segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Como pagar pelo treinamento financeiro quando você está endividada

As pessoas geralmente não procuram um coach financeiro porque estão apenas procurando alguém para tomar um café. Elas fazem isso porque precisam de ajuda séria para controlar o dinheiro! Talvez elas tenham tentado por conta própria e desistido.  
Ou elas sabem que podem alcançar seus objetivos mais rapidamente com a responsabilidade de um treinador. Ou talvez elas estejam lutando com áreas específicas que exigem o conhecimento e a experiência de um treinador. 

Seja qual for o motivo, muitas vezes uma coisa é certa: elas estão se perguntando como podem pagar pelo treinamento financeiro. 

É verdade que o treinamento não é gratuito. Isso porque leva muito tempo e você está pagando pela habilidade e conhecimento do treinador para ajudá-la a escapar de uma situação ruim. Mas para alguém que sente que está se afogando em contas, é um dos melhores investimentos que pode fazer. 
Muitas dessas pessoas estão lutando para controlar suas contas. Elas podem estar endividadas, mas quase nunca são pobres. Há uma grande diferença entre pessoas POBRES e ENDIVIDADAS! 

As pessoas verdadeiramente pobres não têm água potável, não têm o suficiente para comer e lidam com telhados vazados e roupas rasgadas e sujas, porque não possuem dinheiro para repará-los ou substituí-los. Muitas pessoas gostam de dizer que são pobres, mas na maioria dos casos, pobre é apenas um estado de espírito.

O maior problema é que a maioria das pessoas que lutam com dinheiro estão simplesmente sem dinheiro - e isso não passa de um estágio pelo qual estão passando. As pessoas endividadas ganham dinheiro suficiente para sobreviver, mas seus maus hábitos monetários fazem com que vivam de salário em salário. Elas não lidam com seu dinheiro adequadamente, então não sentem que têm dinheiro. Elas não são verdadeiramente pobres e não precisam ser permanentemente endividadas. 
Às vezes, gastam mais do que ganham (querendo ou não). Outras vezes, confundem desejos com necessidades e gastam dinheiro em itens não necessários, deixando pouco para as quatro coisas que você realmente precisa para sobreviver: comida, abrigo, roupas e transporte. 

Em outras palavras, você pode ficar sem dinheiro ao ganhar R$ 1.500,00 - ou até R$ 15.000,00. 

Considere o seguinte: muitas pessoas endividadas gastam facilmente R$ 30,00 por semana na cantina da universidade ou naquela pizzaria. Multiplique isso por 4 semanas e elas gastam R$ 120,00 em algo que não lhes dá nada em troca. Elas poderiam trabalhar com um coach financeiro por cinco semanas com essa grana! E, em troca, eles poderiam manter mais do dinheiro que ganhavam, melhorar o casamento e diminuir o estresse. Estar sem dinheiro é realmente uma escolha! 

Mas isso também significa que mesmo pessoas endividadas podem encontrar dinheiro para pagar por um treinamento financeiro. Eles apenas precisam fazer do seu futuro financeiro uma prioridade. 

Então, o que você faz? Você é criativa. 

Você pode vender algumas coisas usadas que não usa mais? Pegar um trabalho em tempo parcial ou algum trabalho freelance? Talvez cancele a TV a cabo? Se você gastar um pouco de tempo analisando suas opções, provavelmente poderá encontrar o dinheiro necessário para obter a ajuda necessária. 

E a verdade é que essa é uma boa prática para o que acontecerá quando você iniciar o treinamento. 

Seu treinador examinará atentamente seu orçamento - ou ajudará a fazer um, se nunca o fez antes. Ele trabalhará com você para descobrir para onde vai cada centavo que você ganha. E ele ajudará você a fazer um plano para o seu dinheiro. Você não apenas poderá pagar as coisas de que precisa, mas também poupará para o seu futuro, doará a outras pessoas e até desfrutará parte de seu dinheiro! 

Mas ele só pode ajudá-lo se você der o primeiro passo. 

No final do dia, assumir o controle de suas finanças é sua escolha. Pronto para começar a jornada? Clique AQUI e me chame no direct do Instagram.  

 

sábado, 28 de dezembro de 2019

6 Truques para lidar com a assombração que aterroriza os pais brasileiros

Basta o Papai Noel sair de cena já chega a assombração que aterroriza os pais brasileiros. Muita gente só de pensar nisso já começa a rezar Creio em Deus-Pai, todo poderoso, criador do céu e da terra. Não sabe que assombração é essa?  
É a compra do material escolar. Muitas famílias se assustam ao receberem aquela lista imensa de coisas. E o susto aumenta quando descobrem quanto custa tudo aquilo.Mas, será  que existe alguma mágica para evitar gastos desnecessários e infartos no momento da compra do material escolar?  
Mágica, mágica não existe... Mas, existem alguns truques que você pode aprender e assim economizar na compra do material escolar. Quer saber que truques são esses? Vejam os truques abaixo e não permitam  que o rico dinheiro de vocês saia voando pelas livrarias e lojas.   

#1- Tenha clareza  
Para começar, faça as contas e saiba o quanto você precisa trabalhar para conseguir o seu salário. A partir daí, fica fácil dar valor a esse dinheiro, aprendendo a pesquisar preço e, principalmente, a negociar os valores das compras. 

“COMO FUNCIONA? 
Simples: 
Quanto você ganha por mês? (Se for autônomo, pegue o seu preço por hora trabalhada). 
Agora divida pelo número de horas que você trabalha por mês.

EXEMPLO: 
Joaquina ganha R$3.000 e trabalha 160 horas por mês (oito horas por dia, 5 vezes por semana). Logo, o preço/hora da Joaquina é de R$18,75. 
O custo R$100,00 significa o quanto de horas você precisa trabalhar pra ganhar R$100,00. 
No caso de Joaquina: 
Se em 1 (uma) HORA ela ganha R$18,75… Quanto tempo ela precisa trabalhar pra receber R$100,00? 
REGRA DE TRÊS! (eu sabia que isso me serviria pra alguma coisa!) 
1 HORA = 18,75 
X HORAS = 100 
100/18,75 (CEM DIVIDIDO POR 18,75) = 5,33 
Ou seja: Joaquina precisa de pouco mais de cinco horas de trabalho para garantir R$100,00 no bolso”. 

-Ok, Claudinha. E o que tudo isso tem mesmo a ver com o material escolar? 

Eu sabia que vocês iam perguntar isso! 

A resposta é simples mas, vai doer um pouco tá!?? 

Então, vamos supor que a filha de Joaquina já pediu para a mãe comprar uma mochila que custa R$ 389,89. “Sabendo que leva 5 horas de trabalho árduo, exaustivo e muitas vezes desgastante pra ganhar R$100,00, Joaquina [...]” fez as contas e descobriu que vai ter que passar 320 horas trabalhando. 

1 HORA = 18,75 
y HORAS = 389,89 
389,89/18,75  =20,79 HORAS 

Para ser mais sucinta Joaquina vai ter que trabalhar 2 dias e meio, para ganhar o valor de R$ 389,89 e comprar a mochila. Além do mais é preciso ter noção do quanto poderá dispor para a compra do material escolar, após fazer o diagnóstico financeiro, é fundamental ir às compras com antecedência para não precisar ser obrigado a pagar mais caro de última hora. 
#2 Fiquem de olho na lista  
Ao pegar a lista certifique-se de que a lista de material escolar corresponde exatamente à turma do seu filho. Alguns pais ficam tão atordoados com o tamanho da lista que se esquecem de conferir se a lista que levaram para casa é de fato a lista certa. Portanto, pegue a lista e leia com atenção.  
  
Fiquem atentos à quantidade de itens exigidos, também se ficar pesado comprar tudo de uma única vez, analise se há itens que serão utilizados no próximo trimestre ou semestre e adie a compra de tais produtos.  
  
E por último, fiquem de olho aos abusos praticados pelas escolas que insistem em colocar na lista de material escolar produtos de uso coletivo.Querem saber que itens não podem ser solicitados pelos colégios? 
#3 Converse com o(s) seu(s) filho(s)  
Mostre para ele o quanto vocês estão investindo na educação dele.Isso vai fazer com que ele valorize a escola, o uniforme, o material escolar. Ele vai ser mais cuidadoso e com certeza vai ter o melhor aproveitamento.  
  
A educação corresponde de 20% a 30% do orçamento da família. Isso dependendo da renda de cada um deles por isso, ensine a seu filho a apreciar todo o esforço que sua família faz para que ele estude, mostre a ele o quanto do orçamento da família é comprometido com a formação dele, mostre o preço da mensalidade, faça as contas, divida o preço da mensalidade pela quantidade de aulas e veja quanto custa cada aula.   
  
Assim, o seu filho vai entender que estará jogando dinheiro na lata do lixo toda vez que ele chegar atrasado, toda vez que ele resolver matar a aula ou mesmo ficar conversando invés de aprender.   
#4 Preço x qualidade  
Já ouviram aquele ditado o barato sai caro,né?! Então, reparem na qualidade dos materiais, afinal, não vale a pena economizar na compra de certos produtos como a mochila, a lancheira, o porta-lápis, tesoura etc. 

Isso porque essas coisas as crianças vão precisar todos os anos, ou seja, em vez de ter de comprar um novinho em folha a cada ano letivo, invista em peças de qualidade, sem seguir tendências, para que durem, no mínimo, 2 ou 3 anos.  
#5 Compare preços 
Utilizar a internet para buscar os preços mais baratos e fazer uma pesquisa nas lojas mais próximas de casa para saber a média de preços é economizar!

Pesquise os produtos mais caros mas não subestime a diferença de valores entre os produtos mais baratos da lista, como lápis e borracha, por exemplo. Dependendo da loja a diferença de preço em apenas um item pode chegar a 200%. 
#6 Analise se é mesmo necessário comprar todo o material escolar agora 
Nem sempre você necessita comprar tudo em janeiro ou fevereiro — meses em que os preços estão bem salgados por conta da procura. Veja se não é possível fracionar a compra de alguns itens da lista. 

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