domingo, 19 de fevereiro de 2017

Dinheiro compra Felicidade

Existe um ditado muito comum que diz o seguinte: “Dinheiro não compra felicidade.”
Será mesmo?
Após refletir bastante, cheguei à conclusão que o dinheiro compra, sim, a felicidade.
Não o dinheiro por si só, mas o bom uso dele.
Você vai entender o meu ponto de vista a partir de agora.

Dinheiro (usado da forma errada) não compra felicidade

Não há dúvidas que existem muitos milionários ou pessoas muito bem remuneradas que são infelizes.
Mas isso tem a ver com o fato de possuírem muito dinheiro?
Definitivamente não.
Essa infelicidade tem a ver com a liberdade (na verdade, a falta dela).
O dinheiro domina essas pessoas, e não o contrário.
Uma pessoa bem remunerada e viciada em trabalho (workaholic) que não tem tempo para cuidar da saúde ou nunca está em casa para fortalecer o relacionamento com seu cônjuge e seus filhos provavelmente é menos feliz que um pobre pescador que gasta metade do dia pescando e a outra metade com sua família.
A questão da infelicidade, portanto, não é o dinheiro, mas a falta de liberdade, saúde e bons relacionamentos, que são os três elementos da verdadeira riqueza.
A liberdade é um componente tanto da riqueza quanto da felicidade.
Aqueles que vivem livres serão mais felizes.
Aqueles que possuem fortes laços com seus amigos e familiares serão mais felizes.
Aqueles que possuem boa saúde serão mais felizes.
Quando Robert Kiyosaki menciona a famosa “corrida dos ratos” no livro Pai Rico, Pai Pobre, ele tenta mostrar exatamente isto, só que com outras palavras.

O problema está no “normal”

O problema está no que a sociedade define que é o “normal” para você.
Normal é acordar todos os dias às seis da manhã, enfrentar longos engarrafamentos e trabalhar oito horas por dia, de segunda à sexta (ou mesmo todos os dias, em alguns casos).
Normal é comprar tudo no crédito, desde uma simples camisa até a casa onde você mora.
Normal é acreditar que alguma fórmula mágica, em algum momento da sua vida, o fará rico.
Normal é acreditar que um carro mais potente ou uma casa maior o fará feliz.
Você está condicionado a aceitar o “normal” baseado na definição de riqueza da sociedade, que, por sua vez, está totalmente equivocada.
A riqueza não é definida pelo que você possui.
Mas essa é a definição de riqueza da sociedade, para incentivar o consumismo como a única forma de alcançar a felicidade.

Dinheiro (usado da forma correta) compra felicidade

O dinheiro não compra felicidade quando é utilizado da forma errada.
Ao invés de utilizá-lo para comprar liberdade, as pessoas o utilizam para se manterem presas (financiamentos, bens com alto custo de manutenção, cartões de crédito…).
Quanto mais compromissos financeiros você assume, mais preso você estará a uma fonte de renda para honrá-los.
“Riqueza” e “felicidade” estão interligados, mas só se sua definição de riqueza não estiver corrompida pela psicologia do consumo.
Usado da forma correta, dinheiro compra liberdade, e liberdade é um elemento dos três pilares da riqueza.
E se você tem liberdade, você está muito mais apto a fortalecer os demais elementos da riqueza: saúde e relacionamentos.
Vejamos:
Dinheiro compra a liberdade para assistir de perto seus filhos crescerem.
Dinheiro compra a liberdade para perseguir seus sonhos mais malucos.
Dinheiro compra a liberdade para construir e fortalecer relacionamentos.
Dinheiro compra a liberdade para se exercitar (ou fazer o que quiser) quando você quiser, quantas vezes você quiser.
Agora pense comigo:
Alguns desses exemplos poderiam te fazer mais feliz?
Aposto que sim.
Uma coisa é certa: eles certamente não trariam infelicidade.
Se o dinheiro é capaz de comprar liberdade e, com essa liberdade, podemos nos dedicar ao que realmente importa, então o dinheiro pode comprar felicidade (quando bem utilizado).

Consumismo é o maior obstáculo para a felicidade

O  consumismo nos condena a um estilo de vida na “prisão”.
E quanto mais você comprar coisas que não cabem no seu bolso, maior será sua “sentença”.
O consumismo está atrelado à gratificação instantânea e ao prazer imediato.
E isso vale tanto para sua saúde financeira quanto para sua saúde física.
O que você acha de comer chocolate (ou qualquer sobremesa com bastante açúcar) a qualquer momento? Ou comer aquele super combo da sua lanchonete preferida com sanduíche, batatas fritas e refrigerante?
Infelizmente, este prazer imediato (curto prazo) geralmente é um péssimo negócio para sua saúde no longo prazo.
Com isso, essa busca incessante por gratificação instantânea tem um destino comum: endividamento e obesidade.
A riqueza, assim como a saúde, não é fácil de ser obtida e ambos os caminhos possuem processos muito parecidos.
Tanto a riqueza quanto a saúde exigem disciplina, sacrifício, persistência, comprometimento e, obviamente, gratificação postergada.
Se você não tem autocontrole em relação às tentações da gratificação instantânea, dificilmente terá sucesso em enriquecer ou emagrecer.
Ambos exigem uma mudança de estilo de vida, deixando de pensar no curto prazo (gratificação instantânea) e focando no longo prazo (gratificação postergada).
Coloque isso em prática e observe resultados mais rápidos do que você imagina.

Como sempre, tenho uma pergunta para você…

O que você achou deste artigo? Concorda plenamente? Discorda totalmente?

Sei que este é um tema polêmico e que pode provocar boas discussões. Por isso queria muito saber sua opinião sobre o assunto.
Quanto mais discutirmos construtivamente, melhor será o aprendizado.
Basta deixar um comentário logo abaixo.
Até a próxima!

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Empreendedoras e especialista ensinam a ganhar dinheiro extra no Carnaval

Enquanto a maior parte das pessoas tira o Carnaval para fazer farra e descansar, há quem aproveite a época para faturar um bom dinheiro. Sim, é um período curto, mas muitas oportunidades podem surgir entre o primeiro dia de folia e a Quarta-feira de Cinzas, basta você aguçar seu instinto de empreendedora e agarrá-las. Conversamos com três mulheres que viram na festa a chance que precisavam para ganhar uma grana extra e até turbinar seus negócios. Inspire-se em suas histórias e aprenda lições importantes sobre empreendedorismo.
Bruna Costa, 25 anos, vende acessórios carnavalescos
Quando falta respiro no orçamento para comprar a fantasia inteira, basta um adereço divertido para dar ao visual todo o clima carnavalesco. Esse gracejo foi a origem do negócio de Bruna (foto), que no dia a dia é arquiteta. “Começou com uma simples brincadeira, pois eu fazia acessórios para as minhas amigas pularem Carnaval. Até que algumas pessoas começaram a perguntar qual era o preço das minhas criações”, conta. Por isso, basta chegar essa época para que seu trabalho cresça – e também sua renda.
A maior parte de seus adereços constitui de chapéus e outros acessórios para a cabeça, que custam em média R$ 40 e lhe rendem um dinheiro a mais. Porém, a falta de tempo acaba restringindo seu negócio, que só existe de verdade no Carnaval. “Só consigo elaborar minhas peças quando chego do trabalho, depois das 20h, e nos finais de semana. Se eu tivesse mais tempo, ganharia muito mais”, lamenta.
Apesar da rotina apertada, o trabalho de Bruna vem rendendo bons frutos. Este ano, a arquiteta foi convidada para ministrar um curso de acessórios DIY para bloquinhos carnavalescos na Pulsa (antiga House of Learning), em São Paulo. “Conheci muita gente em meu trabalho no Carnaval. As pessoas começam a procurar você pelo seu trabalho e isso é muito gratificante”, comemora.
Jaqueline Frias, 28 anos, vende fantasias
A necessidade de se sustentar após o desemprego foi apenas o começo de uma nova página na vida de Jaqueline. Ela é formada em gastronomia e atuou na área por 9 anos. Porém, enquanto trabalhava como sub chefe em um restaurante, enfrentou uma depressão durante a gravidez de seu segundo filho – que só piorou depois de seu nascimento. Foi quando ela pediu demissão. “Para não enlouquecer de vez, acabei me agarrando à costura como terapia, mas fazia peças apenas para meus filhos”, conta ela, que brinca que aprendeu a costurar aos 7 anos “por osmose” com sua avó, costureira, e sua mãe, estilista.
Em 2016, Jaqueline foi com sua família ao Anime Friends, evento anual dedicado à cultura japonesa onde muitas pessoas se vestem de seus personagens favoritos – os famosos cosplays. Ela aproveitou a oportunidade e costurou fantasias de Pokémons para todos. “A partir desse dia percebi que poderia dar certo e ganhar um dinheiro com isso”, relata.
Hoje, ela produz fantasias sob encomenda o ano todo, mas essa será a sua estreia no Carnaval. Apesar de o feriado nem ter chegado, a artesã já comemora os resultados: os pedidos já ultrapassaram o número alcançado no Halloween, quando Jaqueline também viu a demanda aumentar. “Nessa época, há uma grande procura de peças exclusivas, que dificilmente são encontradas em grandes lojas”, justifica.
A melhor parte é que, além de ganhar um dinheiro enquanto ainda não pode voltar para a cozinha profissional, Jaqueline também consegue aliviar a depressão, indesejada companheira desde a segunda gravidez. “O trabalho com peças tão lúdicas, coloridas e cheias de história alivia e deixa o meu dia mais alegre. Além disso, saber que estou realizando o sonho de algumas pessoas não tem preço”, comemora.
Entretanto, Jaqueline confessa que ainda fica perdida na gestão das finanças de seu negócio, confundindo as despesas pessoais e empresariais – erro extremamente comum na trajetória de pequenos empreendedores. “Acabo misturando tudo e fico sem noção de quanto faturei”, confessa.
Maíra Senatore, 26 anos, vende geladinhos alcoólicos
Quais são os assuntos mais recorrentes durante o Carnaval? Calor e álcool. Maíra parece ter captado parte da essência da festa ao decidir colocar na rua seus geladinhos alcoólicos, que aliviam as altas temperaturas e ainda deixam os foliões mais animadinhos. Tudo começou com sua própria falta de dinheiro para curtir o carnaval. “Resolvi testar minhas habilidades fabricando geladinhos para levantar uma grana, acabei me apaixonando pelo negócio e não parei mais”, diz ela, que também disponibiliza a iguaria em versões não-alcoólicas.
Deu tão certo que Maíra passou o inverno se preparando financeiramente e, em outubro, se demitiu de seu emprego formal para se dedicar exclusivamente aos seus geladinhos. Apesar de o Carnaval ser sua grande mina de ouro, isso não significa que ela não consiga se sustentar no resto do ano, quando investe em eventos e festas fechadas.
Além de enxergar a oportunidade latente, o sucesso de Maíra também pode ser explicado por sua mente empreendedora. “Estudei finanças para deixar as contas equilibradas e, ao longo do ano, trabalho meu planejamento para expansão e firmo parcerias”, entrega. Falando em planos, a empreendedora revela que seu desejo é trabalhar nas praias do litoral paulista no final de 2017.
Nessa empreitada, ela garante que as melhores coisas que lhe aconteceram são relacionadas ao seu crescimento pessoal e à aceitação de seu produto. “Para o negócio dar certo, você tem que acreditar mais em si mesma, então sua confiança cresce. Eu amo quando as pessoas se surpreendem com meu geladinho ou uma criança chega pertinho de mim para dizer que eles estão muito bons”, comenta.
Fazendo do jeito certo
Ficou animada com as histórias dessas mulheres? Saiba que você também pode aproveitar o Carnaval para faturar. Para Glauber Uchoa, gestor de economia criativa do Sebrae-CE, o grande segredo é encontrar um nicho de mercado e se planejar.
“O primeiro passo é decidir que você vai aproveitar essa oportunidade”, enfatiza o especialista. Depois, é preciso estudar o mercado, observando o que pode ser vendido, se as pessoas estão dispostas a comprar seu produto e o quanto elas estão dispostas a pagar por ele. Por último, planeje, planeje e planeje, “Talvez a maior dificuldade seja saber fazer o planejamento. Não adianta se empolgar para produzir algo e não se preocupar com o marketing e a venda. Deve se pensar no processo completo para não ficar frustrada ao não conseguir vender”, alerta Uchoa.
Para não escorregar em todas essas etapas, é fundamental procurar cursos de capacitação de empreendedoras, que ensinam desde como montar um fluxo de caixa até como fazer um bom marketing de seus produtos. Como bônus, seu negócio pode sobreviver à Quarta-feira de Cinzas e durar muito mais do que o período do Carnaval.

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Como será o futuro das Pessoas com Deficiência após a Reforma da Previdência?

Gente, lembram que eu trouxe aqui um vídeo no qual a advogada Liliana Delfino debatia a questão da nova aposentadoria? Eu sei que o assunto é um pouco chato, mas ele está presente no nosso dia a dia afinal de contas quem aí ainda não ouviu um amigo dizer “E agora vou ter que trabalhar até morrer”, “Nunca vou me aposentar”, que atire a primeira Carteira de Trabalho…

Antigamente as informações não eram acessíveis, mas a realidade hoje é diferente e temos que esclarecer todas as dúvidas. E como disse Jairo Marques, “com a tecnologia, [...] ficou mais fácil buscar informação [...] sobre os problemas que enfrentamos no dia a dia (e soluções fáceis para eles), dividir experiências (olha os blogs aí!!!), abrir horizontes de possibilidades”.

E quando conheci o blog e o canal da advogada Liliana Delfino eu percebi ao mesmo tempo que eu ainda não tinha parado para refletir se a Previdência Social era segura, como serão os meus anos que sucederão o fim ou a diminuição no ritmo do período de trabalho, como ficará a Lei da Aposentadoria Especial para Pessoas com Deficiência com a Reforma da Previdência.

Além do mais após ter postado o vídeo da advogada Liliana Delfino recebi e-mail de leitores querendo saber se a Reforma da Previdência afetará a vida de quem já depende do INSS como as pessoas que recebem o BPC/LOAS e/ou pessoas que já são aposentadas por invalidez. Então, como é o futuro de muita gente que está em jogo inclusive o meu resolvi convidar a advogada Liliana Delfino para esclarecer algumas dúvidas que muitas pessoas devem ter.Confiram aí.

Explica aí, para quem não entende direito, o que é previdência social?

A Previdência Social é um direito social, que se assemelha a um seguro, porém público, que garante renda não inferior ao salário mínimo ao trabalhador e a sua família, cuja participação é obrigatória, mediante contribuição mensal.

Como funciona hoje a aposentadoria por idade?

Hoje se aposenta por idade o homem aos 65 anos e a mulher aos 60 anos de idade, desde que comprovem no mínimo 15 anos de contribuição para a previdência social.

Como consiste atualmente essa aposentadoria por tempo de contribuição?

Podemos dizer que hoje existem três tipos de aposentadorias por tempo de contribuição, a integral, a proporcional  e a por pontos.

A aposentadoria integral é concedida aos 35 anos de contribuição (homem) e 30 anos de contribuição (mulher), independente da idade do segurado.

Já a proporcional é concedida para a mulher aos 48 anos de idade desde que comprove no mínimo 25 anos de contribuição + período adicional exigido pela previdência e ao homem aos 53 anos de idade desde que comprove 30 anos de contribuição + período adicional requerido pela previdência.

Por fim a aposentadoria por pontos é uma forma alternativa de aposentadoria, ou seja o segurado não é obrigado a escolhê-la.

Para ter direito a essa aposentadoria o segurado tem que comprovar que a somatória de sua idade mais o tempo de contribuição resultam em 95 pontos. Já para mulher quando ela comprovar que a somatória de sua idade e o tempo de contribuição a previdência resultam em 85 pontos.

Contudo quem escolher aposentar por esta modalidade, não sofrerá com a incidência do fator previdenciário, pois ele não será aplicado.

Porém nesse tipo de aposentadoria o período de contribuição nunca poderá ser inferior a 30 anos para a mulher e 35 anos para o homem.

E o que é esse tal fator previdenciário?

O fator previdenciário é uma fórmula matemática aplicada no ato da concessão da aposentadoria aos segurados que possuem  65 (homens) ou 60 anos (mulheres). Esse fator serve, basicamente, para fazer com que os trabalhadores contribuam mais tempo com a previdência, pois quanto mais cedo eles se aposentarem, maior será a incidência do fator e consequentemente menor será o valor do benefício.

Que nova regra é essa e como ela vai funcionar?

O governo está estudando a possibilidade de unificar as regras da aposentadoria para que todas sigam as mesmas regras, sendo elas:

Idade mínima de 65 anos tanto para homens quanto para mulheres;

No mínimo 25 anos de contribuição;

Valor diferenciado conforme o tempo de contribuição: O valor da aposentadoria corresponderá a 51% da média dos salários de contribuição, acrescidos de 1 ponto percentual desta média para cada ano de contribuição do trabalhador, até o limite de 100%. O trabalhador com 65 anos de idade e 25 anos de tempo de contribuição terá a aposentadoria igual a 76% do seu salário de contribuição.

Quem vai se dar bem com isso?

Com certeza apenas aqueles que se aposentarem aos 65 anos de idade com no mínimo 25 anos de contribuição.

Essas mudanças também vão afetar a vida de quem já depende do INSS como as pessoas que recebem o BPC/LOAS e/ou pessoas que já são aposentadas por invalidez?

Não, pois quem já está em gozo desses benefícios previdenciários não será afetado. Contudo aquelas novas segurados que requerem esses tipos de benefícios na vigência da reforma, terão que cumprir as regras exigidas.

Como funciona hoje a Lei da Aposentadoria Especial para Pessoas com Deficiência?

Hoje a aposentadoria especial para pessoas com deficiência é concedida após o segurado ser submetido a uma avaliação médica e funcional, realizada pela perícia do INSS, para constatação da existência de deficiência.

Após constatada a deficiência poderá ser concedida aposentadoria nos seguintes termos: Aposentadoria por tempo de contribuição com redução de 10, 6 ou 2 anos no tempo de contribuição, dependendo do grau de deficiência, grave, moderada ou leve, respectivamente; ou Aposentadoria por idade, independentemente do grau de deficiência com redução de 5 anos, sendo devida aos 60 anos para o homem e aos 55 anos para a mulher.

E como ficará a Lei da Aposentadoria Especial para Pessoas com Deficiência com a Reforma da Previdência?

Pelo projeto de reforma, as pessoas com deficiência terão que obedecer a uma idade mínima no máximo dez anos inferior aos 65 exigidos na regra geral, após terem contribuído durante pelo menos 20 anos.
Idade e tempo podem variar porque a concessão do benefício será decidida caso a caso. Porém como nada ainda está valendo, tudo pode mudar.

Uma pessoa com deficiência que se aposentou segundo a Lei da Aposentadoria Especial para Pessoas com Deficiência terá direito de solicitar posteriormente o adicional de 25%, desde que comprovada a necessidade de cuidados permanentes de outra pessoa?

Pelas regras da legislação específica da Previdência social, não. Contudo na justiça o caso será apreciado mais detalhadamente e como não há proibição nem previsão o juiz poderá sim conceder o adicional as pessoas com deficiência.

E as pessoas com deficiência, como eu, que estão inseridas no mercado de trabalho e todo mês repassa parte do salário para o INSS devem continuar confiando na Previdência Social?

É muito difícil responder essa pergunta, pois tudo poderá mudar até a aprovação da Reforma da previdência. Porém como já dito anteriormente a previdência se equipara a um seguro que oferece uma série de benefícios para aqueles que recolhem mensalmente ou trimestralmente para o INSS, o que os deixa amparados em diversos momentos, como: doença, falecimento, maternidade, prisão, etc.


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Quer saber mais informações sobre as revisões que estão acontecendo nas aposentadorias por invalidez e auxílios doenças, além de conhecer as medidas que poderão ser tomadas, caso seu benefício seja cortado?Então, clique aqui e veja o vídeo com as dicas da Advogada Liliana Delfino.

Até a próxima!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Quem vai poder sacar a grana do FGTS? E o que fazer com essa grana?



Galera, vocês já sabem que Tio Temer mandou liberar o FGTS, né? Inclusive já tem gente, por aí, festejando como se tivesse acertado na Loteria. Eu sei que você deve estar achando que é pegadinha do Sérgio Malandro. Mas, é verdade meu povo rolou um indulto para o FGTS e ele vai ser solto.

E você já sabe se o seu FGTS vai ter direito ao indulto? E quando ele vai ser solto?Então, clique no vídeo abaixo para tirar todas estas dúvidas e te ajudar a escolher melhor o destino para essa grana.$$$



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domingo, 12 de fevereiro de 2017

Cabeleireira e professora caicoense aposta na internet

Penteado simples e bonito!
Gente, segundo o SEBRAE “o segmento da beleza no Brasil foi favorecido pelo aumento da renda per capita que, segundo a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) do Governo Federal, aumentou 32% na última década. Os números dispararam e hoje figuramos entre os principais países consumidores destes produtos e serviços de beleza”. Mas, como explicar o fato de enquanto outros setores da economia estarem desacelerando e padecendo com  a queda no consumo, o setor de beleza continuar  crescendo?
Segundo Nath Arcuri,“diante do fantasma do desemprego, inflação e medo generalizado, as mulheres se seguram e  gastam menos com os “pequenos mimos” como bolsas, acessórios, roupas e artigos de luxo.  E pra onde vai o dinheiro economizado? Para a maquiagem, salão de beleza, depilação, mechas californianas, ombré hair, drenagem linfática… A lista é infinita, você sabe”.
Gorete Dantas
E foi com essa infinidade de coisas que a caicoense Gorete Dantas começou a se encantar ainda na infância, quando ela acompanhava a irmã mais velha ao salão de beleza no qual ela trabalhava como manicure. Enquanto, a irmã trabalhava ela ficava observando a cabeleireira trabalhar e quando chegava em casa tentava fazer nas demais irmãs penteados como tinha visto no salão.
E assim ela foi crescendo, adquirindo práticas e com isso surgiram as primeiras clientes que ela atendia em domicílio. E 25 anos atrás surgiu um curso profissionalizante na cidade e ela se matriculou, mas no primeiro dia de aula ela foi pedida em casamento. Daí ela pensou: “como eu vou pagar o curso, comprar o enxoval e colocar um salão em casa se eu vou morar na casa da sogra?”
E  aí, o que vocês acham que ela fez?
(  ) Desistiu do curso e do sonho em ser cabeleireira;
(  ) Desistiu do noivo;
(  ) Se tornou professora;
(   ) NDA
Bem, a Gorete resolveu bater aquele papo com a amiga empreendedora que mora dentro dela. E contou a essa empreendedora  que desde quando era criança pequena, lá em Barbacena, sonhava em ser cabeleireira, mas o amor chegou no coração trazendo um anel de noivado e ela não podia naquele momento arcar com os custos do curso e com o casamento, mas também não queria abrir mão do sonho de ser cabeleireira nem muito menos do noivo.E aí, a empreendedora teve uma ideia de mestre sugeriu que Gorete procurasse a irmã e orientasse que a mesma fizesse o curso no seu lugar.
A  amiga empreendedora de Gorete 😄
A irmã topou e Gorete se casou. Mas, e o sonho de ser cabeleireira? Desistiu?! Claro que não!! Sua irmã tornou-se cabeleireira reconhecida na cidade e Gorete passou a aprender aos poucos com a irmã, mas ainda não era uma cabeleireira profissional. Afinal de contas como defende o SEBRAE “Ser cabeleireiro não é apenas estar apto a aparar as madeixas. Os cabelos são considerados de grande importância por contribuir para construção do estilo de uma pessoa. É uma responsabilidade tocá-los com uma tesoura ou produtos químicos. É preciso entender o pedido de seu cliente e torná-lo real. Encontrar um bom cabeleireiro não é tarefa fácil”.
Mas, o seu sonho de poder tocar nos cabelos da pessoa passou finalmente a se tornar real 18 anos atrás quando surgiu um curso profissionalizante pelo SENAC. Daí em diante, a cabeleireira Gorete foi ganhando novas clientes e investindo em cursos de qualificação. E dessa vontade de ser cada vez melhor surgiu alguns convites para ser professora no ramo de beleza.Ela aceitou prontamente o convite por se “senti[r] na obrigação de ajudar pessoas que assim como eu sonham em trabalhar no ramo da beleza, por isso há 10 anos venho realizando o sonho de pessoas [...] que querem muito trabalhar nessa área”.
Fazendo um penteado
E ao mesmo tempo que ela conquistava uma situação financeira e profissional  confortável ela percebia que apesar de já ter muita experiência qualificando novos profissionais da beleza, de já ter inserido muitos novos profissionais no mercado, a quantidade de alunos para os quais ela conseguia ensinar, no sistema presencial, é ainda pequena.
Muitas pessoas moram em outras cidades, outras não conseguem cumprir os horários das aulas e acabam desistindo do curso. Pensando nisso e lembrando de todas as dificuldades enfrentadas para realizar seu sonho de abrir seu próprio salão de beleza, ela decidiu elaborar um curso online visando  “[...] qualificar quem já trabalha na área, com novas técnicas de penteados e de preparo de cabelo para receber o penteado, e preparar quem está começando do zero para iniciar uma nova carreira”.
O curso foi inspirado em sua própria experiência daí a grande sacada é utilizar o curso para aprender técnicas que tornem a prática mais profissional. Assim, você pode se inspirar na história da Gorete e começar fazendo penteados nas irmãs e amigas quando elas forem para eventos ou ocasiões importantes. Depois é só esperar o “boca a boca” e atender às indicações.
Afinal, um trabalho bem feito vai render fotos no Instagram e Facebook e com certeza vai ter gente querendo saber quem foi responsável! Falando em responsável, adivinhe quem cuida das minhas madeixas?!! Ela, a própria, Gorete que nesse momento deve está lá no salão lendo esse texto afinal de contas, ela faz parte do time dos meus “cinco ou seis leitores”.
E aí, o que acharam das minhas madeixas?
Ela faz parte do time que acredita que todo sonho depende de muita luta, planejamento, dedicação e esforço. Antes de colocar tudo no papel, todo mundo imagina o momento de glória, mas nem todas encontram motivação o suficiente para empreender. Entre os empecilhos, o medo de não dar certo pode ser um dos mais fortes.
E para superar este obstáculo, nada melhor do que inspirar-se em exemplos de empreendedoras que estão prosperando. E se você quer conhecer melhor Gorete e seu trabalho clique em http://penteadonapratica.com.br/ e veja o vídeo dela e o recado que suas alunas e clientes deixaram lá.  Agora se você for de Caicó uma dica é você ir lá no salão dela, cortar o cabelo, fazer aquelas mechas, ou seja, dar aquela valorizada na beleza e não esquecer de dizer que também faz parte do time  dos meus “cinco ou seis leitores”, pois ela dará 5% de desconto ou uma hidratação gratuita.
Ah! E tem uma outra coisa que eu não falei. Sabe aquela história que é difícil encontrar uma cabeleireira que trabalha bem e tem preços maravilhosos? Pois é, Gorete é uma dessas raridades! Está duvidando, né!? Pois, vou dizer quanto ela cobrou para fazer uma selagem, dá banho de brilho, hidratar, cortar e escovar os meus cabelos R$ 150,00.
Aproveitem que em breve ele estará indo maquiar na Globo 😍 #NathannaGlobo
Já a maquiagem  quem faz é o fofo do Nathan e eu fiquei apaixonada pelo trabalho dele, pois ele é daqueles maquiadores que sabem ao mesmo tempo traduzir o espírito do evento que você vai participar sem deixar de respeitar o estilo da cliente.
Gostou disto?Então curta, comente, compartilhe com as amigas e se ainda não acompanha o Blog é só clicar em https://www.facebook.com/depapocomclaudinha/e apertar o botão Curtir ou Seguir.E se for de Caicó passa lá no salão para ficar mais linda e cair na folia .

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