quarta-feira, 18 de julho de 2018

Óculos ideal é economia na certa

Os óculos além de proteger os olhos, trazem um charme muito especial aos looks. No entanto é imprescindível analisar o formato do rosto, a cor da pele e cor da armação - essas particularidades podem interferir no resultado. 
Você deve escolher um modelo de acordo com o formato do seu rosto, para que não provoque um efeito oposto desequilibrando seu look e seu rosto.Então se você tem dúvidas qual o modelo ideal para seu rosto veja as sugestões que o pessoal lá da Óticas Marília, preparou para não cometermos mais erros na hora de escolher os óculos.  
Rosto redondo: Prefira armações retangulares ou quadrados ajuda a disfarçar o volume da testa e do queixo. As hastes grossas amenizam o contorno do rosto e as armações claras e degrades são as mais indicadas para equilibrar o rosto redondo. 
Rosto quadrado: Os opostos se atraem, por isso os modelos redondos e ovalados são os mais adequados. As armações de cores claras e degrades alongam a área dos olhos dando a impressão de rosto mais afinado.Esse formato tem a linha do maxilar bem marcada e as extremidades do queixo e das maçãs do rosto mais largas.  
Rosto triangular: Os óculos modelo aviador são adequados. As armações estreitas ajudam a equilibrar criando a sensação de maxilar mais largo. 

Rosto oval: Fica bem com todos os modelos de óculos, cores e diferentes armações. Os modelos mais quadradinhos e maiores são uma ótima escolha!! 
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sexta-feira, 13 de julho de 2018

O que te limita na vida?


Por que você ainda não voltou a estudar? Por que você ainda não começou a se exercitar? Porque você voltou a engordar? Se você tem uma resposta para isso, certamente você terá muitas dificuldades para alcançar seus objetivos.
Recentemente passei por um processo de coaching com Aline Dias e cheguei à seguinte conclusão:  “Ou você possui resultados ou você possui desculpas”.E hoje eu vou te contar o que são crenças, como elas surgem e como elas podem afetar a sua vida.
O que é uma Crença?
Crença é todo pensamento que você não problematiza, não questiona. No livro O Poder da Ação, Paulo Vieira, afirma que  crença é “(...)  uma programação mental em forma de circuitos neurais, ou seja, uma vasta e extensa rede de neurônios conectados a milhões de outros neurônios. Esses circuitos possuem informações ou programas que regem e comandam todos os comportamentos e todas as respostas humanas aos estímulos recebidos. Nos circuitos neurais, estão armazenados todos os aprendizados e as informações acumulados pelo indivíduo ao longo da vida e até durante a gestação, e tudo isso está armazenado no consciente e no inconsciente e estruturado no hemisfério esquerdo e também no direito do cérebro”.

Ou seja, as crenças são nossas verdades absolutas. É tudo aquilo que ouvimos, aprendemos e recebemos dos nossos pais, tios, avós e amigos. Uma crença é simplesmente aquilo que você acredita, ou melhor, é aquilo que você aceita, confia sem questionar.
Quando as crenças são positivas elas são como molas propulsoras para superar desafios e gerar ações de sucesso, mas quando são negativas são capazes de limitar às conquistas aprisionando as ações, criando sabotagem e perdas de grandes oportunidades.  
Crenças limitantes
São ideias que te atrapalham de crescer, de emagrecer, de ter mais sucesso na sua vida. Elas são frutos de pontos de vista negativos de ações as quais vivenciamos no passado. Portanto quando nos deparamos com um acontecimento semelhante com o que aconteceu no passado, as nossas deliberações sofrem interferência desse padrão que adotamos.
Ou seja, muitas pessoas não aprendem lidar bem com situações que não foram positivas sofrendo fortes influências das crenças que foram criadas anteriormente. Quantas vezes não ouvimos: “Não posso jogar comida fora pois tem tanta gente passando fome no mundo”, “Dinheiro é sujo”, “Dinheiro não cresce em árvores”.
Quais dessas crenças você carrega e o que isso tem te ajudado ou atrapalhado? Nesse sentido, pare por um minuto e pense qual o modelo de dinheiro que você adotou para sua vida?
Esse modelo de dinheiro que você possui tem relação direta com a atual situação financeira que você vive hoje. Se o dinheiro representa para você sensações ruins, se ao pensar em dinheiro, você sente algo desagradável você liga a uma experiência ruim que você viveu no passado.
Por isso, quantas vezes você já falou que ao receber seu salário ia reservar um dinheirinho e enviar para a poupança?! Mas, aí no dia que seu salário cai na conta aquela loja de roupas entrou em promoção e você vai lá e gasta todo aquele dinheiro que você ia mandar para a poupança.
Você sabe o porquê isso acontece? Isso ocorre pelo fato da sua mente tentar se distanciar o mais rápido possível do dinheiro para que volte a se sentir bem. Ou seja, há algum sentimento negativo por trás disso tudo.
Eu resolvi listar aqui sete crenças limitantes, então caso você reconheça alguma delas pode deixar nos comentários e falar Claudinha tem essa aqui também.
  • Emagrecer é difícil
  • Dieta é ruim
  • Eu não consigo emagrecer
  • Nada na minha vida dá certo
  • Eu prefiro ser inteligente que bonita
  • Eu não tenho sorte
  • Não dá pra ficar rico com o país/economia do jeito que está
  • Ter muito dinheiro vai me tornar menos espiritual
  • Todo homem é igual
  • Eu sempre fui assim, por isso eu não mudo
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quinta-feira, 5 de julho de 2018

Dicas para decorar a casa sem bagunçar o bolso


Eu sei que não anda sobrando dinheiro para a grande parte da população brasileira e com isso a decoração de interiores acaba ficando para depois. Mas, como sou sobrinha de duas tias decoradoras de ambientes cresci vendo as mesmas decorando quartos, cozinhas, salas sem investir muitas vezes nenhum centavo. 
Às vezes, bastava elas trocarem um móvel de lugar ou dar um novo uso que já se tinha outra visão do todo.Quer mais dicas de como decorar e arrumar a casa, sem desarrumar o bolso? Então, confira as dicas abaixo.

1- Papel de parede


Usar papel de parede pode ser uma forma de mudar totalmente a cara de sua casa sem gastar muito. Existe uma grande variedade de modelos de papel de parede no mercado. Na BemColar você pode escolher o papel  de parede com o tema de sua preferência.



2- Almofadas
Se tem um modo simples e prática de deixar a casa mais versátil é utilizando almofadas!! Elas são excelentes alternativas para mudar o clima do ambiente trazendo mais encanto, cor e conforto a qualquer espaço.


3- Pinte os móveis
Enjoou daqueles móveis de madeira, já meio desgastados pelo tempo? Você não necessita comprar tudo novo, você pode pintar!
Na Internet, existem muitos sites com tutoriais ensinando como pintar móveis antigos. No vídeo abaixo, percebemos que muitos móveis quando são reformados faz com que a casa ganhe uma nova alma.
4-Faça uma mini horta
Um pouco de verde dentro de casa enfeita, deixa a casa mais cheirosa e além disso uma mini horta garante temperos e até pequenas hortaliças. A mini horta pode ser feita em um vaso e até mesmo em garrafas recicladas, organizadas em uma horta vertical que pode utilizar o espaço desocupado.
A ideia é que independentemente do espaço disponível, qualquer pessoa possa fazer horta em casa, seja ela em um jardim ou num apartamento.

5-Adesivagem de eletrodomésticos

Sabe aquela geladeira maravilhosa que você possui mas está amarelada ou aquela máquina de lavar  usada que você achou por uma pechincha porém está riscada? Que tal dar uma cara nova a essas coisas?
Para isso a dica é adesivar os eletrodomésticos. adesivo usado nessa prática é altamente durável e resistente, podendo durar até 7 anos se for bem aplicado. Além disso, é mais barato se comparado à pintura tradicional.
Com grande variedade de cores e acabamentos, existem alternativas foscas, estampadas, com brilho e texturizados que podem ser aplicados em diferentes superfícies.Vale  também mandar imprimir um desenho diferentão.


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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Pais que deixam de impor limites e educar

Por Mira Wajntal*, psicanalista 

Quem decide em casa? 
Pizza de Domingo 
Papai decidiu comprar um pizza para o jantar. Claro! Ele já saboreava sua tradicional e adorada calabresa… faz tempo que não comia uma, pensou… Mamãe logo concordou! Aposto que já pensava na sua de abobrinha… eis que André, 4 anos, declarou: “quero pissa de queso”. Pais se entreolharam um pouco desolados: 
“Bom, pedimos 1/2 de abobrinha e 1/2 mozzarella para André. Na próxima eu escolho a nossa metade, tá bom querida?”, papai vem a conciliar. 
Mamãe remenda: “E a Joana?”, filha de 2 anos do casal. 
“Para ela, mozzarella está bom”, papai afirma resoluto. 
“Será?” Mamãe duvida. 
  
Como você, leitor do Papo de Mãe, acha que deve acabar esta história? 
O que faria no lugar destes pais? 
  
Hoje, cada vez mais, vemos os filhos serem aqueles que decidem tudo em casa. Parece que nós, pais, deixamos de dizer o que pode ou não pode, de resolver como será uma mera pizza de domingo. 
A família que, tradicionalmente, deveria ser a transmissora da cultura, portanto balizadora das normas de conduta, ultimamente, vem deixando de exercer estas funções. E a educação dos nossos pequenos, cada vez mais vem sendo delegada a cuidadores profissionais ou a instituições de educação, uma vez que os pais necessitam se afastar para trabalhar por longos períodos, restando-lhes pouco tempo para se dedicarem ao convívio com os filhos. 
Quando presentes, os pais não têm vontade de dar limites ou ocupar o espaço de educadores, pois sentem-se culpados devido ao seu longo período de ausência, querendo compensar os filhos como sendo muito prazeroso os poucos momentos que podem desfrutar juntos. 
Infelizmente a ideia de uma boa convivência é associada a momentos sem regras ou limites. Um momento legal seria aquele em que pode tudo! Que se pode desfrutar de tudo! As crianças vêm sendo ensinadas por nós que tudo podem, e nós adultos lhes devemos um mundo de alegrias e prazeres. 
Isto acontece pelo fato dos pais temerem ser considerados pelos filhos como “pais ruins” quando além da ausência, têm que impor regras e limites. Mas não esqueçam que serão justamente estas regras e limites que farão com que os filhos cresçam seguros, não vivendo qualquer frustração como uma catástrofe irreversível. 
As regras e os limites, quando bem administrados, não gerarão crianças mimadas e birrentas, revindicando que o mundo gire só em torna delas. É claro que um choro sempre tem um valor de comunicação e também não pode ser só compreendido como resultado de um mal comportamento ou birra, mas não podemos perder de vista que limites e novos desafios são importantes para a conquista da autonomia e maturidade da criança. Desta forma, quando crescerem vão poder agir como adultos. Devemos nos perguntar, seriamente se não estamos transmitindo um ideal de mundo em que tudo e todos lhes devem muita alegria e satisfações, tudo é de seu direito, todos devem lhe servir. 
Portanto, pais, não deixem de dar estes contornos tão necessários para o desenvolvimento dos seus filhos. Diversão e brincadeira são muito importantes! Mas não é só isto! Ser pai e mãe é dar contorno e valores que só são transmitidos através de atitudes coerentes e consistentes. Dar rotina, regras e limites é nossa função! 

*Mira Wajntal é Psicanalista, mestre em Psicologia Clínica pela PUC-SP. Membro do departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae. Autora do livro “Uma Clínica para a Construção do Corpo”, Via Lettera, SP, 2004. Organizadora “Clínica com crianças: enlaces e desenlaces, Casa do psicólogo, SP, 2008. 
Fonte: Papo de Mãe 

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