segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Como a maternidade transformou Ana Paula numa fada madrinha que toda mãe e filha sonham?

Gente, eu estou encantada com o vestido de Fernanda e com a história da loja de roupas infantis Ana Giovanna que é um verdadeiro conto de fadas que transforma meninas em princesas. Ela vende roupas infantis para meninas e também tem roupas  tal mãe tal filhaacessóriosroupas para  comemoração especial de aniversário inspiradas nos contos de fadas e personagens como Frozen, Minnie e Galinha Pintadinha, dentre outras opções.  
A ideia da loja começou a ser gestada quando o exame do teste de gravidez da empresária/fada madrinha Ana Paula Faria Neves Dantas, mostrou resultado positivo.E como toda mãe de primeira viagem ela ficou ao mesmo tempo super feliz e cheia de dúvidas. 
Assim, ela começou “estudar tudo sobre bebês e assuntos ligados à maternidade, especialmente sobre a evolução da gravidez e as etapas que envolvem todas as fases do crescimento daquela nova vida que está crescendo no ventre”.
Em 2010 quando sua filha/princesa Giovanna nasceu a Ana Paula logo percebeu que as mães possuíam dificuldades de acharem vestidos para as crianças usarem em ocasiões especiais como  batizados, festinhas de aniversário, festas de final de ano.
Essas experiências e informações reunidas foram o primeiro passo para Ana Paula criar a marca de moda infantil Ana Giovanna. Ainda conforme, a publicitária e fundadora do site Real Maternidade, Luciana Cattony “(...) a maternidade desenvolve habilidade de assumir riscos, esforço e sacrifício, automotivação, planejamento, gestão de recursos, comunicação e oratória, gestão, liderança e capacidade de negociação (...)”.
Ainda para que sua ideia/negócio desse certo ela contou com a ajuda de uma equipe de costureiras e modelistas profissionais que produzem vestidos ricos em detalhes, com tecidos de alta qualidade,  aviamentos ricos em detalhes e que chamam atenção, sobretudo, pelo estilo, pela delicadeza e pela perfeição.
E para comunicar-se de forma inteligente com seu cliente e ficar atenta a todas as mudanças do mercado a Ana Paula lançou em 2011 seu primeiro blog e ateliê virtual na Internet (https://www.anagiovanna.com.br/blog/) e por meio dele ela já atendeu clientes em todo o país e também no exterior.
Então, se assim como eu você gostou da história da Ana Paula, quer comprar um vestido para presentear sua filha, sobrinha ou afilhada, quer conferir os últimos modelos produzidos pela Ana Giovanna, ou simplesmente quer saber como é o dia a dia de uma mãe empreendedora basta:

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sábado, 3 de fevereiro de 2018

Como curtir o carnaval sem chorar depois coleguinha?

Estamos entrando em uma época de exageros, na qual as pessoas esquecem dos problemas, sejam eles financeiros, físicos ou profissionais e excedem todos os limites em nome da diversão e da alegria, mas será que vale mesmo a pena?
Não vou negar que passar quatro dias sem se preocupar com a hora de acordar ou de dormir, sem pensar em trabalho e zero responsabilidades, é uma maravilha.
Todavia, esse abuso de liberdade sempre traz implicações drásticas. Durante o carnaval aumenta o número de notícias de pessoas que perderam partes do corpo, os movimentos e até a vida por causa que alguém achou que tinha condições de dirigir depois de ter  bebido todas que tinha direito.
Também nesse período muitas pessoas passarão tudo no cartão de crédito e só na quarta-feira de cinzas perceberão que gastaram o que tinha e o que não tinha. Então, pode se preparar para a dor de cabeça pois, não tem chá de boldo que cure!
Em um país cujo salário mínimo é de R$ 954,00 reais muitos foliões e foliãs vão parcelar os looks do carnaval, os ingressos de alguns shows como Simone e Simaria e Wesley Safadão e/ou pagar R$ 20,00 ou R$ 30,00 reais numa bebida que na semana anterior não custava nem R$10,00. 
Há alguém preocupado com o endividamento dessas pessoas? Onde está a crise nesses 4 dias? Onde está a taxa do desemprego? Cadê as reportagens dos hospitais superlotados? E a crise na segurança pública?
Ah, tááááá… É carnaval e são apenas 4 dias de diversão para fugir um pouco dessa rotina maçante do dia-a-dia. Sim, é um período curto e segundo o G1 “[...] deve injetar R$ 11,14 bilhões na economia brasileira. Os dados são do Ministério do Turismo, que fala ainda no aumento da movimentação de turistas e na alta taxa de ocupação da rede hoteleira.
De acordo com o governo, 10,6 milhões de brasileiros devem viajar entre os dias 9 e 13 de fevereiro e 400 mil estrangeiros são esperados para curtir a folia no país”. Então, o que fazer?
a)ficar em casa sambando com as dívidas e fazendo a linha “odeio carnaval” para os amigos;
b)Matar o cofrinho do coração e depois colocar a culpa na birita;

c) Ou como diz Simone e Simaria ir azarar uns boys, beijar na boca, aproveitar a noite e ficar louca atrás dos trios elétricos em Salvador e no final do mês com a fatura do cartão de crédito nas mãos ir chorar no colo da patroa (ou patrão);
Hum… são tantas alternativas!
Qual delas está correta? Antes de tomar qualquer decisão coleguinha
PARE
RESPIRE
PONDERE
RELAXE
E saiba que é sim possível cair na folia, relaxar e até ganhar uma renda extra no feriadão para isso planeje e se proteja dos excessos da folia, e para não se arrependerem depois nada de enfiar o pé na jaca, se for beber a água do alambique volte a pé, priorize o transporte público sempre que possível e não esqueça que carteira de bêbado não tem dono!😃
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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Carnaval: 3 dicas para planejar as finanças

Tem quem diga que depois do Ano Novo já é Carnaval. Uma das festas mais esperadas pelos brasileiros já se aproxima: a segunda terça-feira de fevereiro promete animar os foliões em um feriado prolongado. Porém, os dias de folga não são motivo para descuidar das economias. 
“As palavras de ordem são planejamento e controle. Relacionar todos os gastos que irão acontecer e manter controle sobre o que irá gastar é fundamental para não acabar o Carnaval endividada”, alerta o economista Alexandre Prado. 
Confira 3 dicas para passar o Carnaval sem perrengue e curtir a folia com o bolso tranquilo. 
1 – Viaje até onde cabe no seu bolso 
Um feriado prolongado parece tentador para cair na estrada e descansar sozinha ou com a família. Antes de escolher o destino, analise sua situação financeira e só então escolha para onde ir. Afinal, ninguém quer levar um susto quando as contas de fevereiro chegarem. 
Compre passagens e reserve acomodação com a máxima antecedência possível. Assim, é possível procurar por promoções e geralmente os preços estão menores. Escolha destinos menos badalados, já que os mais procurados costumam ficar bem mais caros nesta época do ano. Outra dica importante é flexibilizar datas de partida e chegada. Ao pesquisar passagens em dias diferentes, é possível conseguir diminuir consideravelmente o valor. 
Lembre-se de utilizar os programas de pontos e milhagens e, assim, reduzir o desembolso de dinheiro. Viaje com pouca bagagem e estabeleça um limite diário para gastos. Tente ao máximo se manter dentro dele! Prever o quanto poderá gastar lhe ajudará a não extrapolar o orçamento. 
“Evite usar táxi e serviços de transfer e priorize o transporte público sempre que possível. Na hora de se alimentar, opte por restaurantes menos conhecidos e fora de zonas turísticas. Outra solução econômica é comprar os ingredientes e preparar suas próprias refeições”, ressalta Prado. 
2 – Abuse da criatividade para gastar menos 
Fazer a própria fantasia ou fazer as refeições em casa antes de ir para os bloquinhos de rua são alternativas para curtir as festas sem passar perrengue com as finanças no mês seguinte. As ações mais simples, como levar garrafinhas de água ou um cooler com as suas bebidas alcóolicas, podem gerar uma economia significativa. 
Se você pretende viajar, a dica é quebrar paradigmas. “Hospede-se em hostels, acampe ou alugue uma casa com vários conhecidos. Em termos de transporte, procure aquele que seja mais barato e adequado ao destino desejado. Compre alimentos e bebidas em supermercados e abasteça onde estiver hospedada. Alimentação é um gasto considerável em viagens, principalmente com casa cheia”, pondera Prado. 
Para quem tem crianças, uma alternativa é buscar bailes e blocos gratuitos por toda a cidade. Praia ou atividades ao ar livre, como ir a parques, irá ajudar os pequenos a gastarem energia sem extrapolar o orçamento. Já considerou criar um bloquinho colaborativo entre as crianças da vizinhança? 
3 – Carnaval também é época de fazer dinheiro extra 
Para muita gente, esta é uma época de descanso e lazer. Mas porque não aproveitar para ganhar um dinheiro extra? Com a chegada dos turistas, há uma alta no comércio de locais disputados. Mas cuidado, é importante ter atenção aos investimentos e gastos para saber se valerá a pena todo o trabalho. 
“A foliã que desejar aumentar a renda sem sair do clima festivo pode bolar, costurar e vender fantasias, fazer acessórios para outros foliões, vender artesanatos, produzir comidinhas, doces e lanches, organizar eventos – bailes, festas, churrascos – com o tema, alugar o próprio imóvel ou parte dele para turistas e transporte de pessoas por meio de aplicativos. São muitas as opções”, conclui Prado. 
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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

As alegrias e dores de ser mãe e psicológa com Paralisia Cerebral

Vocês acham que as mulheres com deficiência  podem ter e ser tudo que quiserem? Dá para ser mãe com Paralisia Cerebral? Que obstáculos uma mulher com Paralisia Cerebral enfrenta diariamente como mãe e profissional? Como está sendo a vida de Carolina, que tem Paralisia Cerebral, depois da chegada da Alice?E aí, curiosos para conhecê-la? Então, vejam a entrevista abaixo.
1- Quem é Carolina Câmara de Oliveira?
Carolina, é Carol, que adora rir, ficar com a família e amigos... É mulher, psicóloga e agora mãe!!!!
Fui criada para correr atrás dos meus objetivos. Meus pais nunca deixaram eu ser vitima, sempre me fizeram ter consciência da minha deficiência, paralisia cerebral, que muita coisa seria e são mais difíceis, no entanto nada é impossível!!!!!!

2-Fale-nos sobre sua deficiência e como você, seus pais, familiares e amigos a “digeriram”?
Ah, eu já tive muita raiva da paralisia cerebral, pois não é fácil ter uma deficiência, principalmente a paralisia cerebral, que é pouco conhecida, isso gera muitos mitos, muitas inverdades, ocasionando mais preconceito, ignorância. E aí, dificulta a nossa vida,  então, muitas vezes já fui ignorada, tratada como incapaz, como criança. Mas hoje, já lido melhores com tudo isso e com a deficiência.
Aprendi a me impor diante das pessoas, mostrar quem eu sou, que a paralisia cerebral, faz parte da minha vida, mas ela não sou eu!!
Meus pais, foi difícil no início claro, não é fácil receber um diagnóstico desse.. Eles foram atrás para entender o que era a paralisia cerebral e dos tratamentos que eu precisava. Com o tempo, perceberam que eu podia ser uma criança comum, como o meu irmão mais velho. Sempre buscaram os melhores tratamentos, mas também sempre fizeram questão que eu fosse uma criança comum, com uma infância saudável e assim foi com cada etapa da vida.
Família, sempre tem de tudo! Gente que apoiavam meus pais em tudo, achavam eles incríveis, a educação, a criação, a força, a coragem, a dedicação, o amor!! Já outros, criticavam, achavam que eles estavam iludidos, que que era um absurdo meus pais querem que eu tenha uma vida comum.
Meu irmãos são demais, para eles e h tudo muito simples e normal.
Os amigos, início ele tem um certo receio para me ajudar, fazem tudo com muita delicadeza, mas com o tempo, vou mostrando que não precisa de todo este cuidado… E aí, eu escuto de muito deles, quando eles pegam segurança em mim, que esquecem que eu tenho uma deficiência!!
3- Como foi sua infância e adolescência?
Minha infância foi linda!!! Eu pouco notava a minha diferença para as outras crianças. Eu tenho um irmão mais velho que a nossa diferença de idade é de 1 e meio, isso fez muita diferença, pois éramos muito ligados,  então ele naturalmente me inclua em todas as brincadeiras.
A adolescência foi mais difícil, fui percebendo a minha deficiência. Tinha amigos, tinha o meu irmão sensacional, saíamos, mas não era tão fácil para mim algumas questões, como se relacionar com outra pessoa. Aqui, eu preconceito, a discriminação!!!
4-Fale um pouco de como foi sua vida escolar e acadêmica.
Na escola eu tinha uma pessoa que me acompanhava.ela fazia toda a parte de escrita, porque eu consigo escrever, isto é, não tenho coordenação motora para pegar uma caneta. Então eu ia ditando e ela ia escrevendo..
O único problema que tive na época, era encontrar escola, pois quasar nenhuma escola aceitava um aluno com deficiência.
Na faculdade, eu decidi que ia ficar sozinha, não queria mais uma pessoa do meu lado, queria liberdade, fazer tudo do meu jeito. No início, foi bem difícil, pensei em desistir, mas com o tempo fui fazendo amizades e ficou tranquilo. Eu comecei a usar carbono, para ter as anotações das aulas, cada aula uma pessoa colocava o carbono e aí eu tinha as anotações.
5-Por que você escolheu Psicologia? E como o mercado de trabalho a recebeu?
Por que Psicologia?? Sinceramente, não sei!! Eu queria Direito, prestei vestibular em algumas, porém em uma universidade, a minha deu a ideia de tentar Psicologia, gostei da ideia. Quando acabei esta prova, tive uma sensação boa e falei que se passasse ia fazer...
Foi amor a primeira visita!! Agradeço a minha mãe!!!
O mercado de trabalho ainda não me aceitou!!! No entanto ainda tenho esperança, sei que sou capaz e muito boa profissional, mas o mercado só olha para a paralisia cerebral..
Então atualmente dou palestra sobre inclusão e a paralisia cerebral.

6-E a vinda da Alice foi planejada ou foi uma gestação “surpresa”? E como foi sua gestação?
Eu sempre sonhei em ser mãe!!!!
Então não tem como dizer que foi surpresa, mas claro que quando descobri foi uma mistura de sentimentos. Primeiro, porque há cinco anos eu perdi um bebê com 9 semanas de gestação, para mim foi horrível.. Na época, o meu médico falou que dificilmente eu conseguiria levar uma gravidez até o fim e se caso eu conseguisse, teria que ser em repouso absoluto, seria uma gravidez de risco. Fiquei um tempo me cuidando para não engravidar, tinha muito medo de perder novamente.
O tempo foi passando, o medo foi diminuindo e a coragem junto com a vontade foi tomando conta de mim e voltei a tentar!!!
Ao contrário do que o médico disse, a minha gravidez foi sensacional, tranquila, não tive que ficar de repouso, minha vida seguiu normalmente!!!!! Mudei de médico, a minha médica foi incrível, uma brilhante profissional e um ser humano iluminado!!!!!
7- Você enfrentou alguma espécie de desconfiança dos outros sobre a capacidade de ter,  cuidar e educar uma criança?
Claro!!! E ainda sofro!!! Meus pais me ajudam 100%, aí o que tem de gente que falam que eles ganharam mais um filho, que começaram tudo de novo, eu do lado, o pessoal pergunta da Alice para os meus pais! Eu ainda não sou respeitada como mãe!!!
8-Que mudanças positivas e negativas a maternidade trouxe para você?
Negativa, acho que o fato de ainda não ser respeitada como ma!! Tá sendo difícil me impor, cansa e o pior tem doido demais.
Positivo, tudo! O amor é uma coisa louca!! Ela é linda, parece que sabe, se adapta com uma facilidade! A vida ganhou sentido....
9-Como é o quarto de Alice? Você precisou fazer alguma adaptação? E como são essas adaptações?
Alice dorme comigo, porque ainda moro na casa dos meus pais, espero um dia sair, ter a nossa casa!!!
A adaptação que fiz, foi colocar o berço colado na minha cama, assim eu tenho acesso a ela com facilidade.
10- Você postou uma foto no seu facebook, na qual relata que está bem adaptada usando uma almofada de amamentação da FOM. Você também está adaptada nos quesitos banhar, trocar fraldas e ninar a Alice?
Não tem como eu dá banho, quem dá é a minha mãe, eu até participo… Fralda, eu ainda não troquei, mas acho que com o tempo, vou trocar um xixi, ai acho que vou conseguir fazer na cama.
Agora, vou começar a testar o Sling, que a Alice mais perto de mim.
Uso a Fom para amamentar, também amamento na cama....
Faço a Alice dormir no carrinho, no berço, fazendo carinho e no peito.
Uma adaptação que eu, mas ainda não sei como, é para colocar para arrotar, gostaria muito de fazer isso!

11- Que mensagem você deixa para os leitores e leitoras desse blog?
"Viver
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz”
E aí, gostaram da Carolina? Desejam conhecê-la melhor? Bastam seguir seu Blog Um sonho a mais não faz mal, seu Facebook Carolina Câmara de Oliveira e Instagram @carolcamarao .
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