segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Concurso, Conferência e Programa de Rádio com Inclusão


Geeeente, essa minha semana foi corrida. Tudo começou no dia 20/09/2015, quando fui realizar uma prova no IFRN-Natal. Tenho que parabenizar os fiscais do concurso que ajudaram os cadeirantes no translado e também aos interpretes de LIBRAS. Já no tocante, ao prédio percebi que a acessibilidade do prédio ainda deixa a desejar.


Ainda dando continuidade à minha semana corrida, na sexta-feira (25/09), participei da abertura da Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres de Caicó com o tema Mais Direitos, Participação e Poder para as Mulheres. O evento ocorreu no auditório do Centro Pastoral Dom Vagner e contou com a presença da delegada da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher – Deam, Ana Alexandrina; da Promotora, Dra. Érica Canuto; da Presidente do Conselho dos Direitos das Mulheres, Lúcia de Fátima; da representante da Associação das Empregadas Domésticas, Margarida Macedo; e da Presidente do Conselho de Saúde, Edna Santiago, o Prefeito Roberto Germano bem como a participação da sociedade civil.
Foto Eliezer Dantas
Na ocasião Dra. Ana Alexandrina expôs os números da violência contra a mulher, a Presidente do Conselho dos Direitos das Mulheres, Lúcia de Fátima, falou sobre a luta das mulheres para que seus direitos sejam respeitados ao longo da história.É importante ressaltar que a Conferência Municipal antecede a Conferência Estadual, que por sua vez, antecede a Nacional. O tema foi discutido por meio de grupos de trabalho, divididos em eixos.

Após as propostas elencadas nos grupos, estas foram apresentadas em Plenária, as quais foram votadas pelas delegadas credenciadas. E por fim, realizou-se a escolha das delegadas que representarão a cidade de Caicó, na  Conferência Estadual das Mulheres tendo sido eu eleita para representar as mulheres com deficiência de Caicó.

E ontem (26/09), participei a convite do Presidente da Associação das Pessoas com Deficiência e Amigos de Caicó (APDAC), José Cardoso, da estreia do Programa APDAC na Rádio Seridó. 

Enfim, meus amores em breve trarei outras novidades para vocês.Bjs!


Foto Eliezer Dantas

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Robô desenvolvido no IFRN promete levar cadeirantes até o mar

Olá, genteee!!

Dias atrás postei, aqui, a seguinte nota Alunos do IFRN apresentam Projeto que facilita mobilidade de cadeirantes no Caldeirão do Huck. Vou confessar que fiquei bem curiosa e orgulhosa para saber mais informações sobre o projeto.

É importante lembrar que o IFRN se encontra no estado do Rio Grande do Norte, unidade federativa que apresenta cerca de 26% da população com alguma deficiência e possui belas praias. E como sou uma pessoa com deficiência, natural do RN quis saber mais detalhes sobre como funciona o robô que busca “[...] a fácil locomoção em solo arenoso, em especial a areia das praias, dando uma maior independência e levando o cadeirante para próximo do mar”.
Ponto de empréstimos dos veículos
Também estão curiosos para saberem mais sobre o Projeto? Há a pretensão de levar a ideia do robô para a indústria?Essas e outras perguntas fiz aos criadores do  Projeto que além de me explicarem de forma bem didática ainda nos enviou um vídeo sobre o projeto, que postei no facebook.

Quem são os alunos Iago Souza e Maraysa Araújo?

Somos dois jovens da cidade de Natal/RN, local onde nascemos, crescemos e hoje estudamos juntos no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte – Campus Natal Zona Norte, cursando o ensino médio técnico integrado em eletrônica. Tenho 19 anos, a Maraysa 17 anos e já estamos no 4ºano do curso (sendo este o último ano letivo no IFRN).

O que é o Crab e como ele funciona?
     
  O Crab é, ainda, um projeto de um veículo elétrico motorizado e adaptado para o acesso do cadeirante e sua cadeira de rodas que, a partir dos motores e esteiras que formam seu conjunto mecânico, permite a fácil locomoção em solo arenoso, em especial a areia das praias, dando uma maior independência e levando o cadeirante para próximo do mar. Além disso, um conjunto de painéis fotovoltaicos, ou painéis solares, popularmente conhecidos, gera energia elétrica para a carga das baterias e para o seu funcionamento, evitando o uso de combustíveis poluentes. O Crab contará com um controle interno para seu acionamento e diversos sensores para segurança dos banhistas que frequentam as praias, segurança do cadeirante e do próprio veículo.
       A ideia do projeto vai além do próprio carro. A praia, local onde serão utilizados os veículos, contará com um local de empréstimos e acesso dos mesmos.
       Criamos um pequeno protótipo, para obtenção de uma base fundamentadora, e agora o veículo encontra-se em fase de construção. Nas pesquisas desenvolvidas ultimamente estamos levantando toda relação dos materiais necessários para construção do primeiro protótipo em escala real.

Frente (Crab nas devidas proporções)
Como nasceu a ideia do Crab?

       Antes do Crab tínhamos um projeto chamado de Triciclo Solar. Era apenas um triciclo elétrico e motorizado que utilizava a energia solar para acionamento dos seus motores. A princípio era uma boa ideia, já que visava reduzir à utilização dos veículos movidos a combustão, amenizando a emissão de gases poluentes e os engarrafamentos gerados nas grandes cidades.
Porém, queríamos alguma aplicação mais específica, já que veículos como o Triciclo Solar já vinham sendo desenvolvidos. Primeiramente pensamos em ajudar pessoas com dificuldades de locomoção nas orlas das praias, logo nos veio em mente os cadeirantes.
No campus IFRN-ZN, nosso local de ensino, tínhamos um colega cadeirante. Rodrigo Ribeiro é um cara bastante prestativo e aceitou conversar sobre suas dificuldades ao ir à praia. Segundo ele a orla era seu limite, já que sua cadeira atolava na areia devido às rodas finas, que são ideais para sua locomoção nos ambientes comuns (casa, escola, shopping, dentre outros lugares que frequenta). Pensando nisso, pesquisamos com o intuito de sabermos se existiria algum projeto com tal objetivo de acessibilidade nas praias e encontramos. O projeto Praia Para Todos, realizado ultimamente nas praias de Copacabana na Barra da Tijuca/RJ, já na sua 6º edição, conta com uma equipe de colaboradores que buscam realizar um dia diferente para os cadeirantes. Dentre todas as atividades desenvolvidas, o Praia Para Todos permite o banho no mar utilizando as cadeiras anfíbias, uma cadeira com rodas largas que boiam.
Analisando o problema descrito pelo Rodrigo e as ideias de acessibilidades do projeto Praia Para Todos, utilizando as cadeiras anfíbias para levar os cadeirantes até o mar, pensamos no Crab. Um veículo adaptado que permite o acesso do cadeirante junto a sua cadeira, ou seja, sem a necessidade de transferência de uma cadeira para outra, a partir de uma rampa de acesso localizada na parte traseira, e que pode facilmente locomover-se sobre a areia da praia em função das suas esteiras, levando o usuário até a beira mar, onde pode descer do veículo, ou realizar um percurso maior, sendo livre a escolha de destino. Infelizmente o veículo não está sendo projetado para o acesso dentro do mar, já que a força maré poderia provocar acidentes inesperados.    

Trás (mostra rampa de acesso)
Quanto tempo de pesquisa até o Crab surgir?
       O projeto foi fundamentado em agosto de 2014, três meses após a primeira e última apresentação do Triciclo Solar em uma feira de mostra tecnológica, ocorrida em Fortaleza/CE. Na volta para Natal já vínhamos pensando em uma aplicação pro projeto que não teve destaque nas apresentações.

Quem são os professores orientadores João Teixeira e Arthur Salgado e como vocês identificaram que o projeto tinha potencial?
       Os professores Arthur Salgado e João Teixeira são graduados e mestres em engenharia da computação pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Arthur é professor da área de eletrônica no IFRN campus Natal – Zona Norte e João é professor da área de manutenção de dispositivos de informática no campus Santa Cruz.
       A partir do momento em que fomos aceitos para participar da maior mostra internacional de ciência e tecnologia que acontece no Brasil, a Mostratec, vimos o quanto o projeto tinha potencial. Com as primeiras apresentações vieram os primeiros elogios que, dentre os mais especiais, destacaram-se as palavras dos cadeirantes que foram ao nosso estande. Recebemos o 4º lugar na área em que concorremos e o credenciamento para participação em outras feiras, que assim, abriram novos caminhos. É difícil determinar o momento em que o projeto foi reconhecido como inovação, mas as opiniões daqueles que precisavam e achavam interessante o projeto, foi o passe fundamental para crer e continuar com a pesquisa.

Primeiro protótipo
Como foi o desenvolvimento da pesquisa? Quais as maiores dificuldades enfrentadas?
       O projeto pode ser dividido, basicamente, em duas partes. No que se diz respeito ao âmbito social (aplicação na sociedade) e no âmbito da construção física do projeto (estrutura, circuitos eletrônicos, materiais e etc.). 
       No âmbito social, foi necessária uma maior aproximação com as pessoas que enfrentam o problema, no nosso caso, os cadeirantes. A pesquisa se deu em busca de opiniões e de soluções para certos impasses, como por exemplo, a forma de acesso ao veículo, solucionada a partir da utilização de uma rampa na parte traseira.
       Já no âmbito da construção do veículo, dos circuitos a serem utilizados, do tipo de esteiras e motores; enfim, de tudo que definirá o veículo fisicamente falando, não tivemos tantas dificuldades, afinal mudamos a aplicação, a estrutura, mas a teoria permaneceu a mesma (utilização da energia solar para alimentar motores elétricos). Como somos alunos de eletrônica, só tivemos que aprofundamos em alguns assuntos específicos.
       A maior dificuldade para o desenvolvimento do projeto está sendo a construção do veículo real, pois é necessário um investimento financeiro de porte médio. O que se torna impossível para apenas dois estudantes do ensino médio.

Que materiais foram utilizados para fazer o Crab?
       No pequeno protótipo, utilizamos MDF (um substrato da madeira) para construção da base, alumínio para sustentação dos painéis, painéis fotovoltaicos policristalinos, acrílico, esteiras de plástico e outros componentes que compõe os circuitos eletrônicos.
       Não chegamos a escolher todos os materiais para construção do veículo real, pois alguns terão que passar por testes para durante o desenvolver, mesmo assim alguns já foram definidos, como é o caso da base, que será construída de vibra de vidro, um material leve e resistente; as esteiras de borracha e suas engrenagens de alumínio. Os circuitos eletrônicos serão dimensionados e construídos em função dos motores e baterias adquiridas.

Segundo protótipo
Quais os objetivos de vocês com esse projeto?
       Temos o objetivo de garantir a acessibilidade para todos nas praias de forma independente. Além disso, despertar nas pessoas a vontade em querer se por na situação do próximo e tentar ajudar, muitas vezes com ideias simples.

O que representam para vocês o Crab?
       O Crab representa para nós a possibilidade de contribuir para a formação de um mundo melhor, um mundo sem diferenças, sem preconceito, sem empecilhos e sem limitações. Um mundo em que possamos ir para onde quisermos sem nos preocuparmos com o que iremos encontrar pela frente. Um mundo com muita liberdade.
       O Crab representa para nós, e esperamos que para muitos, a certeza de que a força de vontade em querer ajudar o próximo é o que move o mundo.
       Esperamos que a partir do dele e de outros projetos surjam mais ideias! E que as pessoas as abracem com garra e vejam que por trás de um grande projeto, existe uma grande força de vontade em querer realiza-lo.

E como vocês foram parar no quadro Jovens Inventores do programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo?
       Quando participamos da Mostratec 2014 recebemos em nosso estande a produtora de uma empresa de filmes enviada pela TV Globo. Ela fez a filmagem de alguns projetos e, dentre eles, o Crab e mais alguns projetos que eles julgaram interessantes foram selecionados para participar do quadro. A princípio achamos que não seriamos selecionados, mas alguns meses depois veio a notícia. Foi uma grande experiência! Inspirador e motivador para a equipe.

Segundo protótipo (demontado)
Vocês têm a pretensão de levar a ideia do Crab para a indústria?
       Sim! Pretendemos tornar o Crab um produto de mercado, para que possa ser comercializado. A ideia é que sejam disponibilizados para a população a partir de um investimento da prefeitura ou do governo do estado. O que não impede de ser fabricado para aquisição particular.

Quais os planos futuros em relação ao Crab?
       Os planos futuros para o Crab começa pela realização do veículo real e vai muito além. Esperamos poder adapta-lo às mais variadas possibilidades de controle para que todos os cadeirantes possam utiliza-lo, do que tenha sofrido o mais simples problema, mas que o obrigue a usar cadeira de rodas, até os tetraplégicos, a partir do comando pela voz, ou com o auxílio da boca, dentre diversas possibilidades, terão o livre acesso e a livre escolha da onde queira ir.

       A princípio o veículo foi feito para andar na areia e orlas das praias, mas isso também não o impede de ser utilizado em outros ambientes, desde que sejam levados em conta seus limites como veículo.

E aí, querem conhecer melhor o Projeto Crab? Então cliquem na Página de Papo com Claudinha e vejam o vídeo que os alunos mostram como funciona o projeto!

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terça-feira, 22 de setembro de 2015

Paciente que fará primeiro transplante de cabeça se diz confiante

 
(Foto: Reuters)
Escolhido como o primeiro paciente que irá passar por um transplante de cabeça, Valery Spiridonov disse não ter pressa para a operação. O procedimento foi confirmado pelo neurocirurgião Sergio Canavero, do Grupo Avançado de Neuromodulação de Turim.

"Lido com este tema com bastante tranquilidade, à espera que a data seja confirmada. Não me importa onde ou quando, não tenho pressa. O que me importa é a confiabilidade do procedimento" explicou à agência EFE o russo de 30 anos que se candidatou ao procedimento. 

O método consiste na junção da espinha dorsal da cabeça separada com a espinha dorsal do corpo receptor por meio de uma substância química. Depois desse processo, cirurgiões têm de unir e suturar todos os músculos e vasos sanguíneos envolvidos. Para isso, o paciente será induzido a quatro semanas de coma para que não faça qualquer movimento.
(Foto: Reuters)
A intervenção tem custo alto: além das quatro semanas de coma, o indivíduo deverá ficar até um ano sem andar. Segundo Canavero, a técnica pode revolucionar o tratamento de vários tipos de câncer e de degenerações nervosas. Por outro lado, a comunidade científica questiona o processo não só de sua perspectiva técnica, mas também ética.

Vítima de atrofia muscular espinhal, doença degenerativa e sem cura, Spiridonov aceitou de maneira voluntária ser o paciente operado. O plano é separar sua cabeça de seu corpo e implantá-la em outro corpo, sendo esse saudável e vindo de um doador que tenha tido uma morte cerebral.

“As chances do procedimento funcionar e tudo acabar bem são de 90%, mas é claro que existe um risco marginal e eu não posso negá-lo. Nosso voluntário é um homem corajoso, em uma condição horrível. Vocês precisam compreendê-lo. Para ele, a medicina ocidental falhou, não tem nada a oferecer”, explica Canavero.

A explicação do italiano tem uma razão bem explícita: a questão ética. Por ser arriscada e nunca ter sido realizada, a cirurgia é criticada por boa parte da comunidade médica devido às origens dos corpos, que deverão ser omitidas. Superadas essas questões, os médicos deverão partir para o lado mais complicado da situação: o físico.

A expectativa é que, após o transplante, o paciente passe meses em coma e demore até mais de um ano para voltar a andar. Segundo Canavero, o procedimento cirúrgico duraria muitas horas e teria que ser realizado por uma equipe com dezenas de médicos.


sábado, 12 de setembro de 2015

Como as pessoas com deficiência de Caicó-RN fazem a diferença?

Genteeee, essa semana participei como facilitadora e fui eleita delegada da II Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência organizada pela Secretaria Municipal do Trabalho, Habitação e Assistência Social.


O evento aconteceu nos dias 09 e 10 de setembro, no auditório do Centro Pastoral Dom Wagner com o tema  “Os desafios na implementação da política da pessoa com deficiência: a transversalidade como radicalidade dos Direitos Humanos”.


Além da presença da Senhora Edna Santiago, representando o Prefeito Municipal Roberto Germano, o evento contou com a presença do Presidente do Conselho Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência, José Cardoso, da Presidente do Conselho Estadual dos Direitos das Pessoas com Deficiência, Márcia Guedes, representantes das Pessoas com Deficiência, Deilton Brito bem como a participação da sociedade civil e de defensores da causa.

Conforme Márcia Guedes, “Essa conferência é uma oportunidade para debatermos a democracia participativa, sobretudo nas questões das pessoas com deficiência. São vários pontos que precisamos discutir, principalmente no que diz respeito aos direitos dos deficientes[1].”


Já a Dra. Adna Lígia Dias de Sousa Martins – Advogada e atualmente Coordenadora da Coordenadoria de Direitos Humanos e Defesa das Minorias da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania, Vice- presidente do CEDPI e Conselheira do COEDE; destacou que a Conferência é a chance de se debater e projetar propostas para que as pessoas com deficiência tenham os seus direitos assegurados.

Dra. Adna Lígia Dias de Sousa Martins explicou que a Conferência Municipal antecede a Conferência Estadual, que por sua vez, antecede a Nacional. E por fim, ela falou sobre o tema “Os desafios na implementação da política da pessoa com deficiência: a transversalidade como radicalidade dos Direitos Humanos” e ressaltou que o mesmo seria discutido por meio de grupos de trabalho, divididos em 3 eixos.
No dia 10/09, houve a Leitura e Aprovação do Regimento Interno da II Conferência Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência e seguido da formação de grupos para que pudessem discutir os 3 Eixos da Conferência:
Eixo 1: Identidade de gênero e raça, Diversidade sexual e geracional;
Facilitadora: Cláudia Medeiros de Araújo
Relatora: Maria Aldenoura Mafra de Araújo
Eixo 2: Órgãos gestores e de instâncias de participação social;
Facilitadora: Yamara Mayra Gomes de Medeiros
Relatora: Maria Raphaela Cristiny de Oliveira
Eixo 3: Interação entre os poderes federados.  
Facilitadora: Ângela Paiva
Relatora: Ana Santana Soares

Após as propostas elencadas nos grupos, estas foram apresentadas em Plenária, as quais foram votadas pelos delegados credenciados. E por fim, realizou-se a escolha dos delegados que representarão a cidade de Caicó, na Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência.


Enfim, só me resta agradecer a todos a confiança depositada em mim, desde o momento do convite até o momento da eleição e especialmente a Maria Aldenoura Mafra de Araújo e Edna Santiago, com as quais dividi opiniões, dúvidas e aflições.


Também não posso deixar de citar os participantes do grupo 1. Vocês sem saberem contribuíram muito para meu desenvolvimento pessoal e profissional. E também agradeço a todos os que compartilham comigo o sonho de um mundo melhor.

domingo, 6 de setembro de 2015

Alunos do IFRN apresentam Projeto que facilita mobilidade de cadeirantes no Caldeirão do Huck


01/09/2015 - O projeto foi desenvolvido por alunos do Campus Zona Norte. Programa deve ser veiculado no dia 26



O projeto Crab (caranguejo, em Inglês), desenvolvido no Campus Natal-Zona Norte, será apresentado no quadro Jovens Inventores do programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo. O Crab consiste em um robô motorizado para facilitar a mobilidade de cadeirantes na areia da praia. Ele foi criado pelos alunos do curso técnico integrado em Eletrônica Iago Souza e Maraysa Araújo, com orientação dos professores João Teixeira e Arthur Salgado.


Os 2 professores e 2 alunos estiveram no último final de semana no Projac, estúdio de gravação da Rede Globo, para apresentar o projeto. A participação deverá ser veiculada no dia 26 de setembro. O programa vai ao ar às 15h30.

Para o professor João Teixeira, foi um orgulho ver os alunos participando do programa. "Em certo momento, quando vi os alunos ali para apresentarem o projeto, olhei para o professor Arthur e comentei: olha só onde nós chegamos!", destaca o orientador. 

O mini-protótipo Crab foi idealizado e produzido pelos alunos como resultado de pesquisa desenvolvida na parceria do IFRN com a Universidade Petrobras, através do Programa de Formação de Recursos Humanos (PFRH). Em março de 2015, o trabalho conquistou o primeiro lugar da categoria Robótica na IX edição do Concurso Latino-Americano de Projetos de Computação, realizado em Guadalajara, no México.