quarta-feira, 29 de março de 2017

5 Passos para ser (não parecer) rica e ser feliz!

Você  já comprou um carro parcelado em 48 X? Tem o hábito parcelar uma roupa, smartphone, sapato ou qualquer outro objeto caro só porque seus amigos possuem? Ou você é aquele tipo de pessoa cujo Instagram está repleto de fotos que provam que você adora sair nos finais de semana com amigos para os restaurantes, bares e clubes mais badalados da cidade?
Tenha, cuidado! Você pode estar empobrecendo tentando parecer ser rica(o)! Quer ser rico (a) de verdade? Então, como dizia o Chapolim Colorado: “Sigam-me os bons”!
1  – Saiba o que é ser rico(a)
De acordo com o dicionário Aurélio, “Rico” é :
“Que ou quem tem muitos bens ou muito dinheiro”.
Ou seja, para ser uma pessoa rico(a) licitamente, você precisa ter bens com valor de mercado (como imóveis, empresas), dinheiro aplicado e rendimentos que te garantam uma vida tranquila.
E se você assim como eu não nasceu em berço de ouro, mas quer enriquecer de forma lícita o caminho é ter um padrão de vida ligeiramente inferior ao padrão que o seu salário é capaz de pagar, poupar e formar uma ótima reserva financeira. Essa reserva possibilitará que você tenha a liberdade para aproveitar uma oportunidade quando ela aparecer.
Imagine aquela casa que você tanto deseja comprar. Um dia, seu amigo, chega te dizendo que foi transferido e vai ter que vender a casa que mora. Você que já conhece a casa pergunta:
-Quanto custa?
E ele te responde:
-  R$ 140.000,00
Daí você pensa, pensa vai ao banco e pede para o bancário simular o financiamento da casa e descobre que você comprará 1 casa, mas  pagará  3 casas .
Agora suponha, que você é aquele tipo de pessoa que não compra por impulso,  poupa pequenos valores todos os meses ao longo de anos e sempre pôde contar com a “mágica” dos juros compostos e hoje possui exatamente os R$ 140.000,00, sem um centavo a mais nenhum centavo a menos.Daí ele pergunta para o proprietário da casa:
-Compro por R$ 120.000,00.Topas?
E o proprietário da casa que está com pressa para vender o imóvel e sabendo das dificuldades geradas pela crise econômica no mercado imobiliário acaba aceitando. Assim, ao mesmo tempo, ele acaba evitando a possibilidade de que o imóvel fique vago por muito tempo e você adquiriu o imóvel e não precisou se endividar.
2-Não seja uma pessoa “vida-boa”
Rafael Seabra em um dos seus artigos nos lembra que devemos “[...] prestar bastante atenção, [...] que a mídia mostra o “vida-boa” como uma pessoa que mora num ótimo apartamento, tem sempre o carro do ano na garagem, tem os melhores cartões de crédito, um padrão de vida elevadíssimo, e por aí vai…
Por outro lado, eles não mostram que o apartamento foi financiado em 35 anos, que o carro foi comprado em 60 prestações, que todos os cartões de crédito estão com seus limites estourados e que ele tem que trabalhar feito um louco para conseguir sobreviver.
O “vida-boa”, na verdade, é um escravo do trabalho, que não tem liberdade alguma por estar sempre endividado. Ele vive de aparência, valorizando seu status”.
3-Estabeleça metas
Você é aquele tipo de pessoa que vai ao shopping no domingo a noite e chega em plena segunda - feira se exibindo com aquele celular última geração, parcelado em 10 X no cartão?! Desculpe-me mas, dificilmente você irá ficar rica no mesmo prazo...
Para ser rico(a) de verdade, você deve estabelecer metas que são objetivos ou sonhos de curto, médio e longo prazo. Uma ótima dica da Nath Arcuri é jamais “[...] crie uma meta de “ser rico”, mas pense em juntar seis meses de salário para ter uma reserva de emergência, para começo de conversa, ou começo de poupança. Além disso, faça metas reais, que você sabe que com mudanças no hábito de consumo você conseguirá cumprir. O que queremos dizer é: se você ganha R$ 2 mil e não tem nada guardado não adianta fazer uma meta de viver de renda daqui 3 meses porque não vai rolar. Além disso, os planos mudam ao longo dos anos. Se daqui uns meses você ver que precisa de mais dinheiro (ou menos para realizar seu plano) ou mesmo mudar a cidade onde quer comprar a casa, por exemplo, não hesite em sentar e rever o objetivo”.
4- Pare de jogar dinheiro fora
Evite comprar produtos de marca. Geralmente, as mais conhecidas também são mais caras e não são essenciais à sua vida. Então busque marcas alternativas,que não são tão caras.Uma dica do site Finanças Femininas é “compare os rótulos: se os ingredientes forem muito parecidos, não há motivo para gastar mais dinheiro quando se pode economizar, não é mesmo?”
Também é preciso ter muito cuidado com as “compras por impulso” e não cometer o mesmo erro do Cebolinha.
5- Opte pelo parcelamento invertido
Comprar parcelado é bem melhor, né? Mentira! Já que em cada mensalidade são cobrados juros altos. Então, a dica é fazer o parcelamento invertido, ou seja, guardar todo mês o dinheiro da parcela e comprar à vista, quando tiver toda a grana guardada, à disposição. Dessa forma, é possível ainda conseguir um bom desconto.
Você vai ver que vai sobrar dinheiro! Caso não possa esperar e tenha que comprar o produto, use o cartão de crédito. Entretanto, antes de parcelar, pergunte sobre os juros e veja nos concorrentes se não acha uma oferta melhor.
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