segunda-feira, 29 de maio de 2017

Fazer dieta enriquece?

Você sabia que a segunda-feira é o dia mundial da dieta e da poupança? Quantas vezes você já disse a frase “segunda-feira começo a dieta sem falta”? Conforme Welber Márcio Delmiro Silva, “tanto no caso da dieta, como no da poupança, fazer é bem mais difícil que prometer. Estamos sempre adiando estas atividades, sempre deixando para a próxima segunda-feira, para o próximo mês, próximo ano…”
A jornalista Verônica Couto, da revista Elas & Lucros, trouxe dados de uma pesquisa da Universidade de Ohio, nos Estados Unidos “(...) que reduzir o peso a padrões equilibrados traz, simultaneamente, crescimento do patrimônio e do poder aquisitivo das mulheres. Elas emagrecem e enriquecem”. E aí, que tal começar, a partir desta segunda-feira, emagrecer o corpo e engordar o bolso com essas 3 dicas abaixo?
1)NADA DE ALIMENTOS ESPECIAIS A NÃO SER QUE PRECISE
Conforme o site Meu Bolso Feliz “‘O conceito de light em um produto comestível significa que ele tem pelo menos 25 por cento a menos de calorias do que o mesmo produto não light. Ou seja, se ingerimos muitas porções de um alimento light, ao fim do dia podemos ter somado muitas calorias a mais”, explica o nutrólogo João Curvo em seu livro “Nada muito – comer e viver com saúde e prazer”. Dessa forma, quem se alimenta de forma saudável, sem exagerar na ingestão de gordura e açúcares, não precisa gastar mais em produtos light. O mesmo vale para itens sem glúten ou lactose. A não ser que seu médico ou nutricionista aponte que você deve evitar tais substâncias, não há porque gastar mais com esses produtos”.
Então, uma decisão econômica e muito mais saudável é trocar aquela barra de cereal que você leva para comer na hora do lanche, e que custa R$ 2,99, por frutas. É importante ainda destacar que consumir frutas da estação sempre é mais barato.

2) PARE DE COMER FORA
Digamos que você almoça fora todos os dias e gastou em média R$ 15,00 a cada refeição.No final do mês você gastou R$ 330,00 (15 REAIS X 22 DIAS), no final do ano R$ 3.960,00 (330 REAIS X 12 MESES). E todo final de semana você leva as crianças para passear e jantar no shopping e lá gasta R$ 40,00. No final do mês você gasta R$ 160,00 (40 REAIS X4 SEMANAS), e no final do ano você gasta R$ 1920,00 (160 REAIS X 12 MESES) jantando fora.
Nesse sentido, a alternativa é preparar a comida e levá-la para o trabalho. A economia será em torno de 50%. Logo você gastará R$ 7,50 por refeição. A economia durante um mês será de R$ 165,00 e ao final de um ano R$ 1980,00. Além, da economia é importante destacar que ao levar a marmita para o trabalho você não corre o risco de cair na tentação e comer aquela lasanha deliciosa ou aquele filé com batata frita que são inimigos do seu estômago, da sua cintura e do seu bolso.
Já em relação, ao final de semana uma sugestão é usar a criatividade e planejar domingos sem muitos gastos, sem muitas calorias e muita alegria.Assim, que tal diminuir as idas ao shopping e substituí-las por idas à praia levando de casa frutas, também aposto que as crianças vão gostar de uma tarde de cinema em casa com direito a muita pipoca, outra dica é levar a criançada à cozinha para ajudar os pais a preparar uma pizza bem gostosa e menos calórica afinal de contas a alimentação feita em casa normalmente é mais gostosa, saudável e barata do que aquelas do shopping.Então, se você economizar 50% nos finais de semana. Logo você gastará R$ 20,00 por final de semana. A economia durante um mês será de R$ 80,00 e ao final de um ano R$ 960,00.
Agora somando a economia que você fez durante um ano levando almoço na marmita com a economia que você fez durante os finais de semana, chegamos ao valor de  R$ 2940,00. E aí, o que você faria hoje se tivesse esse dinheiro no bolso?
3) ECONOMIZE NA ACADEMIA
Não estou dizendo para você sair da academia e se tornar uma pessoa sedentária.Mas, conforme lembra a jornalista Verônica Couto “no processo de emagrecimento cerca de 80% do resultado são devidos a nutrição e 30% aos exercícios.”
Então, se você gasta mensalmente R$ 150,00 com a academia uma opção é praticar esportes de graça ao ar livre, subir escadas, andar de bicicleta.Já parou para pensar o que vai fazer com os R$ 1800,00 (150 X 12) que você ia gastar na academia durante um ano? Vai investir? Vai viajar?Deixe aí, nos comentários o que você faria com esse dinheiro.
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terça-feira, 23 de maio de 2017

Deixe as unhas lindas gastando pouco em Caicó

Em tempos de crise, é preciso ter criatividade para economizar em tudo que pudermos. Todavia, nós sabemos que cuidar da beleza é algo que sempre mexe com o nosso bolso (em alguns casos pode ser uma verdadeira facada!).
Eu mesma já tentei fazer as unhas em casa para diminuir as despesas mensais, o problema é que minha habilidade para deixá-las bonitas é zero! Acho que essa charge foi feita inspirada em mim!😃
Então, a alternativa que tenho é procurar a manicure. Todavia, após ter começado estudar sobre educação financeira descobri que deixar minhas unhas impecáveis pode custar uma grana preta. Eu fiz as contas e vocês vão cair de costas.
Então, pare e pense se você mora em Caicó e vai à manicure toda semana você gasta em média, R$ 25,00.Em um mês com 4 semanas você gasta R$ 100,00 e em um ano com 12 meses, você gasta R$ 1200,00 apenas com a manicure.Vai falar que essa grana não é boa?!
CONTA MENSAL          CONTA ANUAL
1 SEMANA=25,00      1 MÊS = 100,00
4 SEMANAS=Y           12 MESES =Z
Y= 100,00                 Z= 1200,00
Então, o que fazer se você gosta de andar com as unhas bem feitas, não tem a menor habilidade para fazê-las em casa e não  quer gastar todo esse dinheiro? No meu caso eu optei por buscar os salões que fazem promoção.
E o Salão de Jô Araújo está com uma bem bacana. De segunda à quarta-feira você faz as unhas das mãos e dos pés pelo valor de R$ 15,00. Eu fiz as contas e descobri que economizamos lá R$ 10,00 por semana. Em um mês de 4 semanas a economia é de R$ 40,00  e em um ano com 12 meses, a economia é de R$ 480,00 em relação a outros salões.
CONTA MENSAL         CONTA ANUAL
1 SEMANA=15,00       1 MÊS = 60,00
4 SEMANAS=Y           12 MESES =Z
Y= 60,00                   Z= 720,00
1200- 720= 480

Eu já fiz as minhas contas e cheguei a conclusão que se eu fizer as unhas religiosamente duas vezes por mês, no prazo de 15 em 15 dias, gastarei R$ 30,00 todo mês e em um ano com 12 meses, gastarei R$ 360,00.
E aí, você já tinha feito essas contas? Já  comparou preços entre diferentes salões? Ou  você é do tipo de pessoa fiel a sua manicure?Na minha opinião, fidelidade tem que ser ao meu bolso e não a manicure. Daí já aproveitei e fiz minhas unhas lá no Salão Jô Araújo e optei pelo Esmalte Espanhola da Top Beauty.
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Ah, e se você quer continuar com as unhas bonitas sem estourar o orçamento,uma dica é procurar o Salão da Jô Araújo. Para contato clique AQUI ou chame no Whatsapp (84)9995-8344 (Francisca)  9996-2382 (Jô)
Um grande beijo!

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Por que a Lei de Cotas pode beneficiar seu bolso?

Você aí vivia suando a camisa, dando o seu sangue pela empresa e ajudando o patrão a enriquecer? Mas, a crise chegou e você teve que dizer bye bye emprego, bye bye salário, bye bye décimo-terceiro… Melhor parar por aqui.
Se te serve de consolo dos 45 milhões de pessoas com deficiência que estão em idade ativa, 54% estão fora do mercado de trabalho. Eu sei que você deve está duvidando de mim, afinal de contas a Lei de Cotas determina que as empresas com cem ou mais funcionários devem preencher de 2% a 5% dos seus cargos com reabilitados ou deficientes .
Então, meu amigo e minha amiga levantem as mãos para os céus e agradeça por fazer parte apenas do grupo dos desempregados, pois se a crise econômica é ruim para os trabalhadores sem deficiência para aqueles que apresentam algum tipo de deficiência ela pode ser extremamente prejudicial. Não dá pra fechar os olhos e fingir que está tudo bem. Não está. A Lei de Cotas é um mal necessário e isso é uma surra na cara da sociedade (por isso o Justin Bibber com olho roxo!).
Quer saber mais sobre essa Lei de Cotas? Por que foi criada? Por que apesar da existência da Lei tantas pessoas estão fora do mercado de trabalho? E por que ela é um mal necessário tanto para mim quanto para você? Então, continue lendo esse post.
Para que criaram essa Lei?
A Lei de Cotas nasceu no ano de 1991, mas só foi regulamentada no ano de 1999. Segundo João Ribas, Coordenador da área de Diversidade & Inclusão da Serasa Experian a Lei “[...] foi criada com o objetivo de dar oportunidade de trabalho e emprego a uma parcela da população brasileira que, em tese, teve historicamente essa oportunidade negada”.  
O Brasil possui hoje cerca de 380 mil deficientes contratados, mas esse número poderia ser maior. Segundo Cris Mendes, Administradora de Empresas com ênfase em Comércio Exterior,.”ainda há muitas questões a serem vencidas, muitas melhorias a serem implantadas e muitos paradigmas a serem quebrados”.As Pessoas com Deficiência ainda enfrentam o preconceito, a falta de qualificação e a dificuldade das empresas fazerem as adaptações para contratar as Pessoas com Deficiência.No tocante, ao preconceito ainda rola aquela dúvida se aquela pessoa vai dá conta do recado. Já no que se refere a qualificação temos algumas questões, que mencionaremos abaixo:
O que precisamos esclarecer quando o assunto é a qualificação dos funcionários?
A)As empresas alegam que há uma dificuldade em contratar PcD que estejam capacitadas para o cargo.Isso por causa de um problema muito mais profundo que só passou a ser pensado nas últimas décadas que é a falta de comprometimento da educação das pessoas com deficiência.
Segundo Priscila Cruz, membro do Movimento Todos Pela Educação (TPE), 20% das crianças de 4 e 5 anos estão fora da escola, há 98% de crianças matriculadas no 1º Ano do Ensino Fundamental, apenas 70% concluem o Ensino Fundamental II (até os 16 anos), desses só 50% concluem o Ensino Médio (até os 19 anos), apenas 20% entram na universidade e só 12% concluem a graduação.
E quando falamos dos alunos com deficiência a situação é bem mais complexa, pois conforme Luiz Fernando Toledo “o Censo da Educação Básica de 2016 mostra que a participação de estudantes com deficiência cai a cada etapa. Nos anos iniciais do ensino fundamental (1.º ao 5.º ano), 3% têm alguma deficiência – física e/ou intelectual. Nos finais, 2%. Já no ensino médio, essa taxa cai para 0,9%. Já no ensino superior, que não é obrigatório, há ainda menos alunos com deficiência: só 0,5% do total, segundo o Censo da Educação Superior mais recente, de 2015.”
B) Já esses 0,5% do total,mencionam que quando as empresas resolvem cumprir a Lei elas acabam ofertando todas as vagas de cotas apenas para cargos de baixa qualificação (caixa de supermercado, Serviços Gerais) o que deixa as pessoas com deficiência e que tem graduação e pós-graduação sem conseguir emprego em suas áreas. Falta um trabalho mais forte de conscientização de gerentes e profissionais de RH com relação ao potencial produtivo daqueles que fazem parte da sociedade brasileira.
C)Já algumas instituições como Associações de Pessoas com Deficiência que fazem a ponte entre as pessoas com deficiência e as empresas relatam que muitas vezes o gestor não está preocupado com a inclusão e sim com a multa. Daí elas chegam lá e dizem: “Eu preciso de uma pessoa com deficiência de preferência que seja uma deficiência leve.”
Um outro obstáculo que as pessoas com deficiência enfrentam é a falta de acessibilidade.Em alguns casos existe um custo elevado para fazer as adaptações, mas na grande maioria dos casos é possível buscar uma adaptação pontual, dentro do possível, dentro do porte econômico da empresa.
Assim, a edificação pode ser analisada para que haja uma acessibilidade necessária para permitir o acesso dessa pessoa.Uma das formas de solucionar esse problema é as empresas saberem na hora da contratação que adaptações o funcionário necessita como básico para exercer suas atividades laborais.
O que a Lei de Cotas traz para a nossa sociedade?
Não podemos deixar de mencionar que a inclusão também se dá do ponto de vista econômico.Nesse sentido, essa política social é também uma política de distribuição e redistribuição de renda para as PcD. Segundo, Jaques Haber “com a geração de renda, esse grupo passa a consumir avidamente, já que possui muitas carências, desde elementos essenciais, como o acesso a questões de saúde, até a concretização de desejos não tão de primeira ordem, como a compra de tablets e smartphones, por exemplo.Com a renda, as pessoas com deficiência passam a circular mais e isto enseja maior convivência com pessoas sem deficiência, o que desperta a atenção para oportunidades de se criar mais produtos, serviços e ambientes que atendam às necessidades específicas dessa parcela da população.".
Tudo na realidade das pessoas com deficiência muda quando ela tem a oportunidade de ingressar no mercado de trabalho, se antes o ambiente de convivência se restringia no máximo à família e aos limites da rua, depois, se conhece um mundo repleto de novas ideias,  novas pessoas.
A deficiência deixa de ser vista como um todo da pessoa e passa a ser encarada como uma parte insignificante na sua vida, e isso faz com que as pessoas com deficiência resgatem sua autoestima, sejam reconhecidas pela família e amigos; passem a pertencer um grupo social.
E por fim, não podemos deixar de mencionar que o ingresso de pessoas com deficiência no mercado de trabalho representa menos pessoas na fila do INSS,menos pessoas disputando a necessidade de serviços de saúde pública, ou seja, menos gastos para os cofres públicos.
E aí, o que achou do post? Você, empresário já tinha pensado na Lei de Cotas por esse ângulo? E você que não é empresário, mas é vendedor, garçom, mecânico, médico, dentista já percebeu que a Lei de Cotas também poderá te beneficiar, né?!
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Você pode gostar também POR QUE A LEI DE COTAS PODE BENEFICIARSEU BOLSO?

sexta-feira, 12 de maio de 2017

A relação entre o Dia das Mães e o trabalho das Pessoas com Deficiência

Eu  nem tinha nascido e já ouvia falar, lá do lado de fora da barriga, sobre o presente do dia das mães… Logo na sequência algumas dúvidas passaram a perturbar a minha mente: Quem é essa tal de mãe? Quando será esse dia? E onde encontramos esse  presente?
Se você acompanha este blog já deve ter descoberto as respostas para as três questões. Agora se é a primeira vez que você vem aqui tenho que explicar algumas coisas antes.
Sobre minha mãe
Minha mãe me carregou na barriga durante nove meses. Ela ganhou peso,  me amamentou, trocou minhas fraldas e destinou, por anos, uma grande parte dos salários dela para pagar as consultas, exames e tratamentos na esperança de me ver um dia andando, pulando e correndo como as demais crianças. Apesar de todo o investimento ela nunca conseguiu me ver sair, por aí, correndo e pulando como as outras crianças da minha idade.Agora diz aí: “Por tudo isso, ela merece ou não merece o meu amor, respeito e carinho incondicionais?!”
As descobertas
E foi no momento em que eu descobri que comprar um presente era apenas uma das inúmeras formas de agradecê-la pela minha vida é que veio outras descobertas.A primeira é que precisamos de um negócio chamado dinheiro para comprar e levar o presente para minha mãe, a segunda descoberta é que dinheiro não cai do céu e que meus pais faziam uso dele  para comprar e pagar coisas, como meus médicos, exames, passagens etc.
Esse dinheiro era fruto de muito esforço,  possuía uma origem, que era o trabalho deles daí eu nunca tive a cara de pau de pedir dinheiro a minha mãe para comprar presentes para ela.
A partir daí eu dizia para mim mesma: “Quando eu crescer eu vou trabalhar, ganhar dinheiro e comprar presentes para minha mãe.”Mas, o tempo foi passando, minha irmã mais jovem do que eu começou a trabalhar no comércio, ganhar dinheiro e comprar coisinhas para ela  e  eu sem trabalho e sem dinheiro para comprar uma rosa para minha mãe.
E foi a partir desse momento que eu comecei a perceber que eu nunca tinha visto uma pessoa com deficiência trabalhando em Caicó. Afinal de contas, a mais de 10 anos atrás não havia em Caicó lojas, escritórios, bancos com rampas, corrimão, banheiro adaptado, ou seja, os itens da cesta básica da acessibilidade.
Então, eu só possuía duas opções naquele momento:1)Passar o dia em casa assistindo Tv Globinho, Sessão da Tarde, Vale a Pena Ver de Novo, as novelas etc. 2) Investir nos meus estudos.E foi com minha entrada na universidade que eu descobri que eu poderia ser uma pessoa bem sucedida como meus professores e eu ouvia atentamente as histórias deles,tentava descobrir que caminhos eles percorreram,que dificuldades enfrentaram.
E quando eu ainda estava no 7° período da faculdade surgiu um concurso para professor da rede pública. E uma das minhas professoras nos deu o seguinte conselho: “façam esse concurso como uma experiência assim, vocês vão aprendendo a se organizar, aprender em média quanto tempo você gastará em cada questão, a buscar exemplos de provas anteriores que aconteceram pela mesma banca examinadora, prestar a atenção no modelo das questões, estudar o edital, montar uma estratégia para entender quais serão as prováveis perguntas”.
Então, eu resolvi seguir o conselho da professora e para minha surpresa eu quase não conseguia fazer a inscrição do concurso, pois como a inscrição naquele tempo era presencial a pessoa não queria que eu fizesse a inscrição alegando que eu não era graduada e eu jamais poderia assumir se eu fosse aprovada. E nós explicamos que a minha intenção era ganhar experiência. Até que uma colega dela se meteu na conversa e falou: “fulana, faça a inscrição ela só quer adquirir experiência, ela é consciente que mesmo que seja aprovada ela não poderá assumir.”
A muito contragosto ela fez a minha inscrição e para minha surpresa dias depois o concurso foi adiado e a prova só veio a ser aplicada quando eu estava concluindo o 8° período da faculdade. E nesse intervalo de tempo de quase um ano eu me dediquei a estudar para o concurso, fui aprovada e para minha surpresa chamada faltando menos de um semestre para eu concluir o curso.
Meu curso era licenciatura e bacharelado e eu já tinha concluído todas as disciplinas da licenciatura e estava na fase de escrita da monografia e eu fui falar com meus professores para saber se eu podia concluir antes da turma, pois eu tinha que ter meu diploma nas mãos até o início de junho e eles disseram que 10% dependia deles (orientação, correção etc.) e os outros 90% dependia de mim.
Para facilitar a minha comunicação com minha orientadora e para que eu não perdesse tanto tempo escrevendo a mão toda vez que fosse preciso reescrever partes do trabalho, minha mãe fez um empréstimo e comprou um computador. E eu passava dias e noites lendo, escrevendo, apagando...
E eu consegui concluir a monografia, colei grau individualmente e meus professores agilizaram a entrega do meu diploma, pois eles sabiam que a carreira pública numa cidade como  Caicó, naquele momento, era praticamente o único caminho possível para que uma pessoa com deficiência conquistasse seu lugar no mercado de trabalho. Afinal de contas, no concurso diminui  o poder de atuação da rede discriminatória que existe de forma velada nas empresas, pois o que vale  é  o conhecimento para ir bem nas provas.
Todavia, tempos depois quando eu passei no meu mestrado veio uma pessoa e fez pouco da minha aprovação quando soltou a seguinte pérola: “Mas, você só foi aprovada graças a reserva de vagas”. Essa pessoa não sabia  que na seleção do mestrado eu não contei com exigência mínima de pontuação para ser aprovada…eu concorri de igual para igual com as demais pessoas.
E nesse momento, eu percebi que existe também um grande preconceito das pessoas em relação a reserva de vagas, pois se imagina que só porque tem vaga para pessoas com deficiência, o concurso já está no papo quando na verdade o nível das provas é o mesmo tanto para pessoas com e sem deficiência bem como o número de candidatos com deficiência está cada vez maior. Tem que estudar muito!
Nesse sentido, apesar do Dia das Mães ser uma data comercial e muita gente não gostar dela, para mim a possibilidade de poder presentear a minha mãe vem acompanhada de outros significados.Já que no trabalho convivo e interajo com outras pessoas, sou valorizada e ainda, me pagam para isso.
E graças a estes pagamentos  possuo hoje poder de compra e posso comprar além de um presente no dia das mães, posso pagar meu plano de saúde, ter uma vida digna e continuar caminhando junto com ela na direção de novos objetivos.
Então, se você não poderá comprar um presente para sua mãe esse ano a dica é substituir a tristeza pela persistência, ou seja, nunca desistir diante dos obstáculos, das adversidades ou mesmo diante do preconceito.  

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quarta-feira, 3 de maio de 2017

Fique bonita gastando pouco

Quem não gosta de se olhar no espelho e se sentir bonita, elegante e poderosa? Que mulher nunca ficou horas na frente do espelho arrumando os cabelos, se maquiando, olhando se aquela roupa combinava com aquele colar, que quebre o primeiro perfume importado. Eu sei que você deve estar pensando: “Fala sério, eu aqui sem dinheiro e com uma pilha de carnê para pagar e ela vem com esse papo bobo de beleza...”

O assunto parece algo fútil, mas como lembrou a Nath Arcuri você já parou para pensar que ao investir “em prazeres que elevam a auto-estima, estamos fugindo do outro efeito que pode vir de carona com a crise: O desânimo perante a vida. A mulher que se sente bonita, desejada, sexy e de bem consigo mesma produz mais neurotransmissores do bem estar, como a dopamina e, consequentemente se sente mais segura. O que acontece com uma mulher bonita,motivada e segura? Domina o mundo, claro!”

E aí quer dominar o mundo também mas, a grana está curta né?!Se você acha que precisa ter muito dinheiro para ficar bonita saiba que está enganada. O essencial nessa hora é pesquisar, fazer escolhas inteligentes e saber como procurar boas opções.

#Compre em e-commerce

Já faz tempo que eu sei que comprar em lojas online é uma ótima opção para economizar dinheiro, pois nestas muitos produtos saem mais baratos, já que o comerciante não precisa gastar com toda a infraestrutura que uma loja física exige.
#Use e abuse dos acessórios
Não abra mão dos acessórios já que eles possuem  o poder de transformar qualquer produção. Um simples brinco, um colar, um anel ou bracelete podem fazer um look básico ficar poderoso. Sim! Os acessórios complementam a roupa, trazendo vida e beleza para as produções, sejam elas casuais ou formais.
Vale ainda destacar que o acessório deve ser bem escolhido, adequado ao estilo do look, à personalidade de quem usa e, claro, à ocasião. Mas, você sabe combinar os acessórios com as roupas? Você sabe que acessórios podem ser utilizados em todas as ocasiões?Curiosa? Então continue acompanhando!

Brincos

Os brincos longos combinam melhor com os vestidos em gola canoa ou decote “V”. E se seu objetivo é chamar a atenção para o acessório, não use nenhum colar. Já os brincos pequenos são clássicos, atemporais, elegantes, versáteis e despojados e combinam tanto com aquele vestido utilizado em eventos mais formais e elegantes quanto com aquele look casual e despojado.
Colares
Essa peça queridinha de mulheres estilosas e ousadas, eleva a composição do look a outro nível. O melhor truque é combiná-lo com um vestido simples.Os longos e delicados combinam com um vestido decotado já os colares com pedras brilhantes e lapidadas em formatos delicados são ideais para dar um toque final especial em trajes mais elegantes e refinados.

Bolsas mochilas
Ela é útil para aqueles momentos em que você precisa de praticidade e braços livres, também pode ser um acessório cheio de estilo para arrematar um look mais despojado. Em geral, possuem alças finas e fechamento com amarração ou zíper e fivela por fora.
#Compre produtos multiuso
Encontrar novos usos para os produtos que você já possui na penteadeira faz com que você economize!No lugar de você comprar vários delineadores opte por comprar uma paleta de sombras e misturar com primer ou água.Também seu iluminador pode ficar lindo ao ser utilizado como sombra. Enfim, o segredo é ser criativa e olhar tudo buscando novas possibilidades.
E aí, gostaram dessas dicas? Elas serão úteis na montagem dos seus looks? Tem alguma outra estratégia para escolher os acessórios perfeitos?
Então, comentem e não deixem de curtir nossa página do facebook para ficar por dentro de todas as novidades. Ah, e se vocês querem encontrar cosméticos e acessórios incríveis, não deixem de visitar a Q’Bonita clicando AQUI ou chamando no Whatsapp (86)99930-7026 (Naysis)  99843-5288 (Dani)
Um grande beijo!

segunda-feira, 1 de maio de 2017

Jane conta como o biscuit ajudou reprogramar o seu cérebro e sair da depressão

Quem nunca teve um coração partido? Você já parou para pensar por que todo final de relacionamento nos deixa triste, cabisbaixo, sem ânimo para realizar tarefas simples do dia a dia? Por que superar o fim de um relacionamento requer de nós maior força mental e paciência?Sabe como é aquela pessoa que era tão íntima e próxima se tornar um estranho?! É uma dor que parece que nunca vai passar.   

Todavia, não existe nada em nossa vida que nos tire algo que não nos traga algo de positivo, ou seja, o fim de um relacionamento pode nos trazer algo de bom que ajude em nosso crescimento e que nos traga novas possibilidades de ser feliz. Não acredita? Então, leia a história de Jane Souza e tire suas próprias conclusões.
Quem é Jane Sousa?
Jane Sousa nasceu com Osteogênese imperfeita, também conhecida pelas expressões “ossos de vidro” ou “ossos de cristal”.A principal característica dessa patologia é a fragilidade dos ossos que quebram com enorme facilidade e o rosto em forma de triângulo. Hoje as fraturas da Jane estão estabilizadas, mas quando criança ela teve várias fraturas deixando os ossos curvados e por isso, ela nunca conseguiu andar.
Como ela mesmo escreveu lá no seu blog “mesmo numa cadeira de rodas, aprendi a chegar por caminhos que eu mesmo não acreditava.....é claro que queria sentir o gosto de correr, pular, dançar e tudo mais....mas infelizmente o destino não quis assim....se talvez eu tivesse tudo isso e depois perdesse, aí sim acredito que uma porta para a revolta estaria aberta....gosto de sorrir, de falar besteira, de gritar...sou menina, sou mulher, sou palhaça, sou séria, sou chata, sou sensível, antipática e às vezes insuportável, sou um misto de sentimentos que nem eu mesmo me entendo, quanto ao resto descubram!!!”
Ela enfrentou várias dificuldades na vida para você ter uma ideia os pais dela se separaram quando ela era criança, a mãe dela começou a passar por dificuldades financeiras, mudou de estado, foi morar de favor na casa de um irmão e para completar nesse período ela teve mais uma fratura.
A mãe dela pra sobreviver começou a fazer faxina nos apartamentos do prédio onde moravam. A mãe dela acordava muito cedo ia fazer as faxinas e deixava a Jane  sozinha em casa dormindo, quando era por volta das 10 ou 11 horas, ela vinha e dava o café da manhã, depois voltava novamente e ela ficava lá brincando com bonecas, ursinhos e assistindo TV. Depois a mãe dela vinha de novo e servia o almoço e voltava a trabalhar!!!
Quando ela se recuperou e tirou o gesso a mãe dela foi atrás de escola, pois ela tinha que voltar a estudar.Naquela época praticamente ninguém falava em inclusão escolar e a escola não quis aceitá-la pelo fato dela ser deficiente física.A escola alegava que ela necessitava de cuidados especiais e que ela deveria frequentar uma escola especial.
A mãe dela teve que ligar pra AACD e pedir para o diretor interceder junto à escola e explicasse  que ela era uma criança que tinha total capacidade de acompanhar uma turma escolar no ensino regular. Todavia, o tio dela depois casou e elas tiveram que voltar para o estado do Piauí e foram morar na casa da avó.
Lá as coisas pioraram a mãe dela desempregada, o pai dela que morava no Piauí e tinha problemas com o álcool quando bebia resolvia fazer barraco na porta da casa delas e a Jane, no meio disso tudo, teve mais uma fratura tendo que ficar mais 90 dias com gesso do pé até a cintura num calor de 35º C.Depois a mãe dela conseguiu um emprego numa empresa de um primo, porém a empresa era em Recife e lá foram elas e mais uma fratura, na verdade, ela quebrou as duas pernas.
Pouco tempo depois a empresa foi transferida para Aracaju e lá foram a mãe, a Jane e a irmã. Todavia, a empresa não faturava mais como antes e a mãe dela  passou  a cogitar a possibilidade de voltar para a casa da avó, no Piauí.Foi quando aquele tio lá de São Paulo ligou convidando para que elas voltassem para São Paulo, pois no Piauí a possibilidade de futuro para elas não era lá grande coisa e elas voltaram para  São Paulo.
Quando chegaram em São Paulo enquanto a mãe não arrumava um emprego formal voltou a faxinar no prédio. Depois conseguiu emprego numa loja de rua e tempos depois passou a trabalhar como vendedora num shopping e aos poucos as coisas foram se acertando a Jane voltou a estudar, a mãe dela alugou uma casinha.
Após concluir o Ensino Médio o tio de Jane arrumou um emprego para ela no SFMSP - SERVIÇO FUNERÁRIO DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO. Lá no seu blog ela relata que no começo ficou chocada. “Como trabalhar num cemitério!!! Logo eu que tenho medo até da própria sombra!!! Mas fui gente, com a cara, a coragem e a necessidade né!!! Trabalhei durante dois anos na administração do Cemitério Campo Grande, como auxiliar administrativo, e pasmem!!! Foram dois anos de muita alegria viu!!! O pessoal era super legal, meu chefe era muito gente boa, e eu dava boas risadas ali!!! Acontecia de tudo, vocês nem podem imaginar o que já presenciei!! Bons tempos, sinto muitas saudades!!!”
Todavia, como era cargo de confiança, havia a possibilidade da exoneração. E antes que isso acontecesse a mãe da Jane a motivou fazer um concurso de Auxiliar Técnico Administrativo, para a Prefeitura do Município de São Paulo. Ela foi aprovada e quando começou a trabalhar resolveu fazer faculdade.
A mensalidade custava R$ 645,00 um valor que segundo palavras da própria Jane era “[...] bem carinho [...] pros meus padrões rsrsrs.[...]então começou a preocupação.” Mas, para a felicidade de Jane quando ela pagou a primeira mensalidade, a faculdade abriu prova de bolsa integral. Ela fez, passou e estudou muito para se tornar Assistente Social. Após concluir a faculdade ela fez um concurso para o INSS e também foi aprovada conquistando assim sua estabilidade.
Todavia, após um tempinho a Jane caiu numa tristeza profunda. Isso porque ela não soube gerenciar o fim de um relacionamento.Ela não estava sabendo lidar com a dor, não conseguia tirar o luto.Ela só saía de casa para trabalhar, no restante do dia ficava no quarto chorando e vendo o tempo passar e não vivendo a sua própria vida.
Mas, o biscuit entrou na vida dela e trouxe com ele a esperança, a força e a fé que ela tinha perdido. Mas, como é possível dar a volta por cima e recuperar a vontade de viver com biscuit? Isso só foi possível graças à influência de uma de suas amigas que faz parte do time das pessoas extraordinárias.Não está entendendo nada, né?! Calma que eu explico.
Uma amiga e o poder do foco
Essa amiga não aguentava mais ver Jane triste, com a cara toda inchada de chorar, desperdiçando todas as suas qualidades e todas as suas forças no problema (naquele fim de relacionamento).Daí ela sugeriu a Jane fazer biscuit na verdade, ela encomendou uns passarinhos de biscuit para ela.
Essa amiga sabia que não adiantava de nada ela dizer: “Jane pare de pensar nisso”. Mas, ela sabia que se a Jane depositasse sua energia e sua força em algo diferente como o biscuit aquele relacionamento ia aos poucos perdendo importância.
Quando aceitou o desafio ela estabeleceu o foco visionário, ou seja, ela começou a imaginar lindos biscuit feitos por ela trazendo felicidade a outras pessoas. Todavia, Jane nunca tinha feito biscuit daí passou horas e horas assistindo vídeos no youtube os quais ensinam técnicas, ou seja, ela estabeleceu um foco comportamental.
E aos poucos aquela tristeza foi perdendo espaço para o amor ao biscuit, ela ficava tão orgulhosa quando terminava uma peça que postava fotos no facebook e os amigos começaram a elogiar, aquela dor foi desaparecendo e foi despontando a alegria e a satisfação em presentear amigos com suas pecinhas de biscuit.
Ela passou a pesquisar cursos, mas os mesmos ficavam distantes da casa dela e/ou funcionavam em locais sem acessibilidade. Então, ela resolveu deixar a ideia do curso adormecida e resolveu comprar algumas revistas de biscuit, comprou material como massas e ferramentas para fazer pecinhas mais trabalhadas e continuou a assistir os vídeos do youtube.
Todavia, teve que deixar de lado o biscuit quando se mudou para Fortaleza. Mas, agora que ela já arrumou toda aquela bagunça de mudança, já arrumou o cantinho dela para modelar suas pecinhas veio novamente aquele desejo em fazer um curso. Mas, apesar da falta de acessibilidade continuar sendo o maior obstáculo, ela continua sonhando, pesquisando e acreditando que fará o curso.
Concluindo…
Jane agora compartilha felicidade a cada nova pecinha de biscuit. Mas, para que isso acontecesse ela teve que maximizar a função cerebral, cuidar das suas travas emocionais, ter  foco, intenção, dedicação, responsabilidade, ação e persistência.
Ah, e se você se interessou pelos biscuit da Jane ou simplesmente quer trocar uma ideia com ela. É só acessar o link dela aqui ou dá uma passada lá no Instagram @modelandosonhosembiscuit.Não esqueça também de compartilhar essa história quem sabe algum professor ou instituição que trabalham com biscuit se sensibilizam no que se refere a acessibilidade.

E se você está aí triste, deprimida e sem vontade de fazer nada já parou para repensar como está gerenciando o que chega a você? Acha que o post foi útil?Comente! Seu comentário é de grande importância para nós!
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Até a próxima!😗😗



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