sexta-feira, 14 de julho de 2017

Você sofre de Síndrome de Gabriela?

Você está se sentindo feliz com a vida que tem levado todos os dias? Você possui a casa que sempre sonhou? Conquistou a carreira que sempre desejou? Viaja tanto quanto queria? Se a maioria das respostas para essas perguntas foi não, talvez você tenha sido acometido(a) pela Síndrome de Gabriela: “Eu nasci assim, eu cresci assim, e sou mesmo assim, vou ser sempre assim…Gabriela…sempre Gabriela.”
Paulo Vieira, no seu livro Auto-Responsabilidade, utiliza o trecho da música cantada por Gal Costa para chamar nossa atenção para um erro que a maioria das pessoas cometem  que “(...) é achar que são o que são, e que, como uma estátua de mármore, continuarão a ser da mesma maneira para sempre, sem a possibilidade de mudanças e transformações de vida.” (p.35-36)
 Ainda conforme o autor “seria um terrível maldição estarmos condenados a não poder mudar, sermos para sempre da mesma maneira. É importante entendermos que a nossa essência foi criada por Deus e é imutável, até porque é perfeita.Porém, a criação que tivemos, a educação que recebemos, os ambientes que frequentamos, a quantidade e a qualidade do amor que nos foi  dada nos tornou pessoas distantes dos nossos sonhos e potenciais, a ponto de nos perguntarmos quem somos.E como já sabemos; nós podemos ser e viver de maneira diferente do que temos sido e vivido até hoje.” (p.36)
Ou seja, as pessoas que sofrem da Síndrome de Gabriela foram infectadas por crenças limitantes que segundo a jornalista Nathália Arcuri “(...) são aqueles padrões que colocaram na sua cabeça quando você ainda era criança…”Esses padrões nos induzem e podem intervir contra nós na busca  pela felicidade, sucesso e desenvolvimento.

 Quando criança ouvi muitas pessoas dizerem que dinheiro é sujo, que é a raíz de todo mal, que dinheiro não traz felicidade e pessoas que trabalham ou estudam muito e por consequência são bem sucedidas não aproveitam a vida, são estressadas e egoístas.Nathália Arcuri dá um tapa na cara dessas pessoas hipócritas quando afirma lá no seu blog que todos os seres humanos são egoístas.“A diferença é que eles assumem e estão cagando (desculpe o termo, mas é o mais adequado) para o que você está pensando.
‘Você vai mesmo sair de casa, deixar sua comunidade e seus parentes pra viver uma aventura em outro país?’
Disse a mãe de um grande amigo meu, saído da favela na Bahia para 10 anos depois comandar um dos principais cargos de confiança do Facebook na Califórnia.
As pessoas vão te julgar, vão dizer que você não respeita as origens, que está diferente ou que é diferente…
‘Nunca vi querer ser rico desse jeito! Vai acabar preso’.
Já ouviu essa? kkkkkkk
Antes de fazer o que as outras pessoas gostariam que você fizesse pense bem: A quem você estará satisfazendo? E será que também não é egoísmo da parte das outras pessoas impedir alguém de realizar um sonho?”
Ao ler esse trecho de Nath Arcuri me lembrei da cara das pessoas que quando eu falava que sonhava em cursar uma faculdade, trabalhar, fazer uma pós-graduação, viajar, comprar minhas coisas vinham com a frase:
“Mas, você é deficiente não precisa trabalhar tem direito a se aposentar.”
A falta de acessibilidade e tantas outras dificuldades sempre foram presentes na minha vida, mas eu sabia que eu era capaz e jamais permiti que esse tipo de conselho determinasse minhas decisões e sonhos. Eu nunca me enxerguei menos capaz do que meus colegas, eu sempre pensei que eu tinha que fazer tudo o que eles faziam que era estudar muito, tirar boas notas e assim um dia conquistar meu lugar.
Afinal de contas eu queria ser igual às demais pessoas, eu queria sair de casa diariamente, conviver com outras pessoas, eu queria todo mês receber o meu salário e assim realizar outros sonhos como viajar, fazer compras de coisas que nunca tive como o meu ar condicionado e assim ter noites mais refrescantes no verão.
 Tudo bem ainda não sou rica, ainda não realizei todos os meus sonhos, mas sempre tive clareza dos meus objetivos e o que desejo alcançar.E você conhece alguma Gabriela? Então, cuidado que essa síndrome pode te fazer mal.
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