segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Carnaval: 3 dicas para planejar as finanças

Tem quem diga que depois do Ano Novo já é Carnaval. Uma das festas mais esperadas pelos brasileiros já se aproxima: a segunda terça-feira de fevereiro promete animar os foliões em um feriado prolongado. Porém, os dias de folga não são motivo para descuidar das economias. 
“As palavras de ordem são planejamento e controle. Relacionar todos os gastos que irão acontecer e manter controle sobre o que irá gastar é fundamental para não acabar o Carnaval endividada”, alerta o economista Alexandre Prado. 
Confira 3 dicas para passar o Carnaval sem perrengue e curtir a folia com o bolso tranquilo. 
1 – Viaje até onde cabe no seu bolso 
Um feriado prolongado parece tentador para cair na estrada e descansar sozinha ou com a família. Antes de escolher o destino, analise sua situação financeira e só então escolha para onde ir. Afinal, ninguém quer levar um susto quando as contas de fevereiro chegarem. 
Compre passagens e reserve acomodação com a máxima antecedência possível. Assim, é possível procurar por promoções e geralmente os preços estão menores. Escolha destinos menos badalados, já que os mais procurados costumam ficar bem mais caros nesta época do ano. Outra dica importante é flexibilizar datas de partida e chegada. Ao pesquisar passagens em dias diferentes, é possível conseguir diminuir consideravelmente o valor. 
Lembre-se de utilizar os programas de pontos e milhagens e, assim, reduzir o desembolso de dinheiro. Viaje com pouca bagagem e estabeleça um limite diário para gastos. Tente ao máximo se manter dentro dele! Prever o quanto poderá gastar lhe ajudará a não extrapolar o orçamento. 
“Evite usar táxi e serviços de transfer e priorize o transporte público sempre que possível. Na hora de se alimentar, opte por restaurantes menos conhecidos e fora de zonas turísticas. Outra solução econômica é comprar os ingredientes e preparar suas próprias refeições”, ressalta Prado. 
2 – Abuse da criatividade para gastar menos 
Fazer a própria fantasia ou fazer as refeições em casa antes de ir para os bloquinhos de rua são alternativas para curtir as festas sem passar perrengue com as finanças no mês seguinte. As ações mais simples, como levar garrafinhas de água ou um cooler com as suas bebidas alcóolicas, podem gerar uma economia significativa. 
Se você pretende viajar, a dica é quebrar paradigmas. “Hospede-se em hostels, acampe ou alugue uma casa com vários conhecidos. Em termos de transporte, procure aquele que seja mais barato e adequado ao destino desejado. Compre alimentos e bebidas em supermercados e abasteça onde estiver hospedada. Alimentação é um gasto considerável em viagens, principalmente com casa cheia”, pondera Prado. 
Para quem tem crianças, uma alternativa é buscar bailes e blocos gratuitos por toda a cidade. Praia ou atividades ao ar livre, como ir a parques, irá ajudar os pequenos a gastarem energia sem extrapolar o orçamento. Já considerou criar um bloquinho colaborativo entre as crianças da vizinhança? 
3 – Carnaval também é época de fazer dinheiro extra 
Para muita gente, esta é uma época de descanso e lazer. Mas porque não aproveitar para ganhar um dinheiro extra? Com a chegada dos turistas, há uma alta no comércio de locais disputados. Mas cuidado, é importante ter atenção aos investimentos e gastos para saber se valerá a pena todo o trabalho. 
“A foliã que desejar aumentar a renda sem sair do clima festivo pode bolar, costurar e vender fantasias, fazer acessórios para outros foliões, vender artesanatos, produzir comidinhas, doces e lanches, organizar eventos – bailes, festas, churrascos – com o tema, alugar o próprio imóvel ou parte dele para turistas e transporte de pessoas por meio de aplicativos. São muitas as opções”, conclui Prado. 
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sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

As alegrias e dores de ser mãe e psicológa com Paralisia Cerebral

Vocês acham que as mulheres com deficiência  podem ter e ser tudo que quiserem? Dá para ser mãe com Paralisia Cerebral? Que obstáculos uma mulher com Paralisia Cerebral enfrenta diariamente como mãe e profissional? Como está sendo a vida de Carolina, que tem Paralisia Cerebral, depois da chegada da Alice?E aí, curiosos para conhecê-la? Então, vejam a entrevista abaixo.
1- Quem é Carolina Câmara de Oliveira?
Carolina, é Carol, que adora rir, ficar com a família e amigos... É mulher, psicóloga e agora mãe!!!!
Fui criada para correr atrás dos meus objetivos. Meus pais nunca deixaram eu ser vitima, sempre me fizeram ter consciência da minha deficiência, paralisia cerebral, que muita coisa seria e são mais difíceis, no entanto nada é impossível!!!!!!

2-Fale-nos sobre sua deficiência e como você, seus pais, familiares e amigos a “digeriram”?
Ah, eu já tive muita raiva da paralisia cerebral, pois não é fácil ter uma deficiência, principalmente a paralisia cerebral, que é pouco conhecida, isso gera muitos mitos, muitas inverdades, ocasionando mais preconceito, ignorância. E aí, dificulta a nossa vida,  então, muitas vezes já fui ignorada, tratada como incapaz, como criança. Mas hoje, já lido melhores com tudo isso e com a deficiência.
Aprendi a me impor diante das pessoas, mostrar quem eu sou, que a paralisia cerebral, faz parte da minha vida, mas ela não sou eu!!
Meus pais, foi difícil no início claro, não é fácil receber um diagnóstico desse.. Eles foram atrás para entender o que era a paralisia cerebral e dos tratamentos que eu precisava. Com o tempo, perceberam que eu podia ser uma criança comum, como o meu irmão mais velho. Sempre buscaram os melhores tratamentos, mas também sempre fizeram questão que eu fosse uma criança comum, com uma infância saudável e assim foi com cada etapa da vida.
Família, sempre tem de tudo! Gente que apoiavam meus pais em tudo, achavam eles incríveis, a educação, a criação, a força, a coragem, a dedicação, o amor!! Já outros, criticavam, achavam que eles estavam iludidos, que que era um absurdo meus pais querem que eu tenha uma vida comum.
Meu irmãos são demais, para eles e h tudo muito simples e normal.
Os amigos, início ele tem um certo receio para me ajudar, fazem tudo com muita delicadeza, mas com o tempo, vou mostrando que não precisa de todo este cuidado… E aí, eu escuto de muito deles, quando eles pegam segurança em mim, que esquecem que eu tenho uma deficiência!!
3- Como foi sua infância e adolescência?
Minha infância foi linda!!! Eu pouco notava a minha diferença para as outras crianças. Eu tenho um irmão mais velho que a nossa diferença de idade é de 1 e meio, isso fez muita diferença, pois éramos muito ligados,  então ele naturalmente me inclua em todas as brincadeiras.
A adolescência foi mais difícil, fui percebendo a minha deficiência. Tinha amigos, tinha o meu irmão sensacional, saíamos, mas não era tão fácil para mim algumas questões, como se relacionar com outra pessoa. Aqui, eu preconceito, a discriminação!!!
4-Fale um pouco de como foi sua vida escolar e acadêmica.
Na escola eu tinha uma pessoa que me acompanhava.ela fazia toda a parte de escrita, porque eu consigo escrever, isto é, não tenho coordenação motora para pegar uma caneta. Então eu ia ditando e ela ia escrevendo..
O único problema que tive na época, era encontrar escola, pois quasar nenhuma escola aceitava um aluno com deficiência.
Na faculdade, eu decidi que ia ficar sozinha, não queria mais uma pessoa do meu lado, queria liberdade, fazer tudo do meu jeito. No início, foi bem difícil, pensei em desistir, mas com o tempo fui fazendo amizades e ficou tranquilo. Eu comecei a usar carbono, para ter as anotações das aulas, cada aula uma pessoa colocava o carbono e aí eu tinha as anotações.
5-Por que você escolheu Psicologia? E como o mercado de trabalho a recebeu?
Por que Psicologia?? Sinceramente, não sei!! Eu queria Direito, prestei vestibular em algumas, porém em uma universidade, a minha deu a ideia de tentar Psicologia, gostei da ideia. Quando acabei esta prova, tive uma sensação boa e falei que se passasse ia fazer...
Foi amor a primeira visita!! Agradeço a minha mãe!!!
O mercado de trabalho ainda não me aceitou!!! No entanto ainda tenho esperança, sei que sou capaz e muito boa profissional, mas o mercado só olha para a paralisia cerebral..
Então atualmente dou palestra sobre inclusão e a paralisia cerebral.

6-E a vinda da Alice foi planejada ou foi uma gestação “surpresa”? E como foi sua gestação?
Eu sempre sonhei em ser mãe!!!!
Então não tem como dizer que foi surpresa, mas claro que quando descobri foi uma mistura de sentimentos. Primeiro, porque há cinco anos eu perdi um bebê com 9 semanas de gestação, para mim foi horrível.. Na época, o meu médico falou que dificilmente eu conseguiria levar uma gravidez até o fim e se caso eu conseguisse, teria que ser em repouso absoluto, seria uma gravidez de risco. Fiquei um tempo me cuidando para não engravidar, tinha muito medo de perder novamente.
O tempo foi passando, o medo foi diminuindo e a coragem junto com a vontade foi tomando conta de mim e voltei a tentar!!!
Ao contrário do que o médico disse, a minha gravidez foi sensacional, tranquila, não tive que ficar de repouso, minha vida seguiu normalmente!!!!! Mudei de médico, a minha médica foi incrível, uma brilhante profissional e um ser humano iluminado!!!!!
7- Você enfrentou alguma espécie de desconfiança dos outros sobre a capacidade de ter,  cuidar e educar uma criança?
Claro!!! E ainda sofro!!! Meus pais me ajudam 100%, aí o que tem de gente que falam que eles ganharam mais um filho, que começaram tudo de novo, eu do lado, o pessoal pergunta da Alice para os meus pais! Eu ainda não sou respeitada como mãe!!!
8-Que mudanças positivas e negativas a maternidade trouxe para você?
Negativa, acho que o fato de ainda não ser respeitada como ma!! Tá sendo difícil me impor, cansa e o pior tem doido demais.
Positivo, tudo! O amor é uma coisa louca!! Ela é linda, parece que sabe, se adapta com uma facilidade! A vida ganhou sentido....
9-Como é o quarto de Alice? Você precisou fazer alguma adaptação? E como são essas adaptações?
Alice dorme comigo, porque ainda moro na casa dos meus pais, espero um dia sair, ter a nossa casa!!!
A adaptação que fiz, foi colocar o berço colado na minha cama, assim eu tenho acesso a ela com facilidade.
10- Você postou uma foto no seu facebook, na qual relata que está bem adaptada usando uma almofada de amamentação da FOM. Você também está adaptada nos quesitos banhar, trocar fraldas e ninar a Alice?
Não tem como eu dá banho, quem dá é a minha mãe, eu até participo… Fralda, eu ainda não troquei, mas acho que com o tempo, vou trocar um xixi, ai acho que vou conseguir fazer na cama.
Agora, vou começar a testar o Sling, que a Alice mais perto de mim.
Uso a Fom para amamentar, também amamento na cama....
Faço a Alice dormir no carrinho, no berço, fazendo carinho e no peito.
Uma adaptação que eu, mas ainda não sei como, é para colocar para arrotar, gostaria muito de fazer isso!

11- Que mensagem você deixa para os leitores e leitoras desse blog?
"Viver
E não ter a vergonha
De ser feliz
Cantar e cantar e cantar
A beleza de ser
Um eterno aprendiz”
E aí, gostaram da Carolina? Desejam conhecê-la melhor? Bastam seguir seu Blog Um sonho a mais não faz mal, seu Facebook Carolina Câmara de Oliveira e Instagram @carolcamarao .
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quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Plano de saúde traz tranquilidade ou dor de cabeça?

Oi queridos, tudo bem?
Aqui no RN a situação ainda anda tensa com falta de chuva, parte dos servidores públicos com os pagamento atrasados, medo do desemprego e aumento do preço de vários produtos como gasolina,gás de cozinha. Somado a tudo isso o meu plano de Saúde resolveu descredenciar uma série de médicos entre eles o meu neurologista e ortopedista que me acompanham há anos.

Vocês sabem como é complicado essa jornada para achar um médico que nos passe segurança, né? Pois é, o neurologista Dr. Marcos e o ortopedista Dr.Jean me passaram isso desde o primeiro momento.
Mas, dias atrás fui agendar minhas consultas de revisão e descobri que eles foram descredenciados.Daí em diante começaram as dúvidas e as contas: Devo continuar com os meus médicos ou buscar outros médicos que ainda atendem pelo meu plano?
Fiz várias contas e descobri que se eu optar em permanecer sendo acompanhada pelo Dr. Marcos e o Dr. Jean terei que mudar de plano e pagar mais do que o dobro que eu pago hoje. É isso mesmo, gente, pago atualmente o valor de R$ 205,32 ao MedMais/Amil sem coparticipação (abrangência estadual). Já o plano que ambos os médicos atendem atualmente é o Amil 400 e custa R$ 472,18 com coparticipação e R$ 555,49 sem coparticipação (abrangência nacional).
Uma outra saída seria deixar de pagar o convênio e pagar as consultas, exames e outros serviços.Entretanto, sou consciente que o alcance dos atendimentos ficará limitado ao valor que terei na conta para cobrir procedimentos de maior complexidade. Ou seja, se eu precisar de um atendimento de alto custo, como uma cirurgia, o valor provavelmente não será suficiente para cobri-lo.
E a última opção é continuar com o plano MedMais/Amil com uma rede credenciada reduzida ou migrar para Unimed. Meu neurologista também não é credenciado pela Unimed e esse plano custa R$354,04 a mensalidade (com coparticipação) e tem uma rede credenciada mais ampla na minha cidade.
Mas, o que mais me irritou é que não fui informada (por carta, e-mail, telefone) em nenhum momento pelo MedMais/Amil que médicos iriam deixar de atender e quais seriam minhas opções. Seria mais digno a operadora dizer: os R$ 205,00 que você paga atualmente é uma merreca e não cobrem nem a consulta de um médico então, se você deseja continuar sendo atendida por seus médicos vai ter que pagar mais caro.Do que criar: um novo plano chamado Amil 400 e que esse atende os médicos que já te acompanham há anos.
Adoro meus médicos e confio 100% neles mas, no momento não sei o que farei. Pois, afinal de contas, até quando eles atenderão pelo Amil 400? E até quando esse Amil 400 me trará tranquilidade?
E você conhece alguém aí que já passou por situação parecida? Como resolveu o impasse? Trocou de médicos ou preferiu pagar mais caro e ficar com os médicos de confiança? Compartilhe conosco!
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terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Quanto custa para um cadeirante concluir a faculdade?

Gente, fazer uma faculdade para conseguir um diploma de ensino superior é um pré-requisito essencial para a maioria das profissões. Além de alcançar melhores postos de trabalho, fazer amizades, ganhar melhor e crescer dentro da área escolhida, fazer uma faculdade para Alberione que mora em Jardim de Piranhas- RN e é cadeirante fazer uma faculdade “é uma terapia, um lazer, um jeito de poder sair de casa e ser um pouco independente, mesmo que seja por algumas horas”.
Todavia, Alberione anda precisando de R$ 10.000,00 para comprar uma cadeira de rodas e continuar frequentando a faculdade. Os amigos dele tiveram uma ideia de fazer uma vaquinha e a meta é levantar esse dinheiro antes das aulas iniciarem.
E como eu vivo fazendo contas imaginei o seguinte cenário quantas pessoas precisam participar dessa vaquinha doando R$ 3,00 o valor de um salgadinho que você come todos os dias na cantina da faculdade? Quer saber mais sobre o Alberione? Como pessoas que estão em outros estados pode ajudá-los? As respostas para as perguntas estão abaixo.
Quem é Alberione Dantas?
Me chamo Alberione, tenho 31 anos, e como é difícil se descrever e falar sobre mim, acho que é difícil pra todo mundo se autodescrever, mas me considero um cara tranquilo, meio nerd, que é apaixonado por vídeo games, rock, cinema e séries.
Me descreva um pouco a sua deficiência ou doença rara. Como ela foi descoberta? E como seus pais, seus familiares e amigos “reagiram” diante da situação?
Não sei ao certo o nome da minha doença/deficiência, ela nunca foi diagnosticada, por sempre morarmos no interior, e não termos recursos financeiros parar buscar tal resposta. E foi encarada com preocupação, lógico, mas ao longo do tempo todos foram se adaptando às minhas necessidades e buscando que eu tivesse uma vida mais normal possível, diante minhas limitações físicas.
Como foi sua infância e adolescência?
Minha infância e adolescência foi bem tranquila, sempre brinquei, estudei sempre em escolas públicas para alunos "normais", nunca fui muito de sair, me considero bem antissocial, mas com a universidade tenho melhorado muito esse lado.
Está rolando uma vaquinha solidária para arrecadar cerca de R$ 10.000,00 Reais para que você possa comprar uma cadeira de rodas e continuar frequentando as aulas. Como surgiu essa ideia? Quanto já conseguiram levantar e como as pessoas podem te ajudar?
A ideia da vaquinha, ou campanha para arrecadar fundos para a compra da cadeira de rodas veio em uma conversa informal com minha colega e amiga Aline Vale, eu ia pra faculdade numa cadeira bem velhinha que foi doada em 2009, e ela vinha praticamente se desmontando durante os anos, prevendo que uma hora a cadeira iria parar de funcionar, falei com Aline sobre uma suposta campanha, e a cadeira realmente quebrou no último dia de aula de 2017.
As pessoas podem ajudar fazendo doações nas contas da Caixa e banco do Brasil que estão no fim da entrevista. Já conseguimos levantar em torno de 5 mil reais
Fale um pouco de como é sua vida acadêmica.E o que te inspirou a fazer História?
A vida acadêmica pra mim é um mundo totalmente novo e diferente, é mais que somente uma obrigação, é uma terapia, um lazer, um jeito de poder sair de casa e ser um pouco independente, mesmo que seja por algumas horas.
Minha inspiração pra fazer história veio de um grande amigo que se formou na UFRN e hoje é professor, chamado Erick, além de outros amigos que também cursam história. Além de ser uma disciplina que sempre gostei durante a vida escolar.
Como você enxerga a Universidade hoje e como você é visto por ela?
Como já disse, vejo a universidade não só como um lugar de aprendizado e formação profissional, mas como um lazer e uma terapia, é um novo mundo, um lugar onde fiz amizades que levarei para a vida inteira, e eles me veem como um estudante esforçado, sempre buscam me ajudar no que for preciso, adaptando minhas necessidades.
Como é ser estudante universitário e cadeirante em tempo de crise econômica e política no interior do RN?
Ser estudante universitário em tempos de crise econômica não só estadual, mas nacional é complicado, as reformas trabalhistas e educacionais do governo temeroso tem deixado nós, futuros professores de cabelo em pé, e sem grandes perspectivas de melhoria da nossa classe. Mas a esperança é a última que morre, e tomara que esse quadro mude logo.
Como e onde você se imagina daqui a 5 anos?
Daqui a cinco anos me vejo seguindo como historiador, quero fazer mestrado e doutorado, e quem sabe dar aulas em uma universidade.
Que mensagem você deixa para os leitores e leitoras desse blog.
Como recado para os leitores do blog, deixo aqui meu agradecimento a quem ajudou na campanha, e quem leu a matéria, agradeço a oportunidade dado por Cláudia. Espero que vocês que tem alguma dificuldade na vida, seja ela física, financeira ou qualquer que seja, que acredite em você mesmo, foquem sempre na educação, ela é o caminho para uma vida melhor, busquem sempre o saber. Obrigado!
 Quer ajudar o Alberione? É só depositar qualquer valor em:
Dados para o depósito:
Alberione Izídio Dantas
Agência. 0758
Conta corrente. 23475-4
Operação. 23
Banco. Caixa Econômica 
CPF:074.194.244-54

Suerda Dantas de Souza
Agência.  5072-5
Conta 2174-1
Variação 51
Poupança Banco do Brasil 
CPF:056.729.854-08

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